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Sex, 13 Jan 2023 16:32:00 -0300
Migração Portal
Acesse o novo Portal do CNPqDesde dezembro de 2020, o endereço do Portal do CNPq mudou para:
https://www.gov.br/cnpq
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Seg, 07 Dez 2020 12:31:00 -0300
Programa Ciência no Mar ganha mais recursos com adesão da Marinha
Parceria entre CNPq e Marinha proporcionou a suplementação de R$ 2 milhões para 4 projetos da Chamada de apoio à Pesquisa e Desenvolvimento para Enfrentamento de Derramamento de Óleo na Costa Brasileira - Programa Ciência no Mar. Com essa adesão, a iniciativa apoiará 11 projetos, totalizando R$ 6 milhões, recursos da Marinha e do MCTI.Parceria firmada entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Marinha do Brasil proporcionou a suplementação de R$ 2 milhões à Chamada CNPq/MCTIC Nº 06/2020 - Pesquisa e Desenvolvimento para Enfrentamento de Derramamento de Óleo na Costa Brasileira - Programa Ciência no Mar, com apoio a novos quatro projetos. Com essa adesão, a iniciativa apoiará 11 projetos, totalizando R$ 6 milhões em investimentos. Além da Marinha, os recursos serão investidos pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).
A chamada foi lançada com o objetivo de selecionar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação relacionados ao derramamento de óleo ocorrido a partir de agosto de 2019 na costa brasileira que visem contribuir significativamente para o Programa Ciência no Mar.
Nesta segunda, 07, às 14h, a Marinha realizará a 1ª Sessão Ordinária da Comissão Técnico-Científica para o Assessoramento e Apoio das atividades de Monitoramento e a Neutralização dos Impactos decorrentes da Poluição Marinha por Óleo e outros Poluentes na Amazônia Azul, com a participação do Presidente do CNPq, Evaldo Vilela. Saiba mais.
Veja aqui o resultado final completo.
Importância litorânea para o Brasil
O recente desastre de derramamento de óleo na costa brasileira em 2019 demonstrou a importância de ações públicas embasadas no melhor conhecimento científico disponível, a fim de que as iniciativas de remediação reduzam os prejuízos para a biodiversidade e para a saúde humana. Além disso, ressaltou a necessidade de evidências científicas na proposição de medidas que busquem a prevenção a novos acidentes que possam colocar em risco a qualidade de vida da ocupação humana ao longo da costa brasileira.
Estima-se que mais de 26% da população brasileira resida na zona costeira, sendo o litoral a área protagonista no histórico processo de ocupação do território nacional. A importância litorânea pode ser expressa pelo recorte federativo brasileiro: são 17 Estados e 274 Municípios defrontantes com o mar, e 16 das 28regiões metropolitanas existentes no País. O Brasil possui diversas ilhas costeiras, inclusive abrigando capitais (São Luís, Vitória e Florianópolis), além de ilhas oceânicas que representam pontos importantes do território nacional (Fernando de Noronha, o Arquipélago de São Pedro e Trindade e Martim Vaz, e o Arquipélago de Abrolhos).
Grande parte do comércio internacional, da exploração do petróleo, da atividade pesqueira e de turismo está relacionada com o mar brasileiro. Relevante também é a riqueza da biodiversidade marinha e costeira do País, que deve ser preservada como importante ecossistema para a manutenção da vida. Além disso, o Brasil possui 26,3% de sua Zona Econômica Exclusiva protegida dentro de unidades de conservação, que devem também ser pólos-modelo para medidas de conservação e uso sustentável.
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Qui, 26 Nov 2020 17:37:00 -0300
CNPq divulga resultado preliminar da Chamada nº 25/2020
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulga o resultado preliminar da Chamada nº 25/2020 - Apoio à Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação: Bolsas de Mestrado e Doutorado.O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulga o resultado preliminar da Chamada nº 25/2020 - Apoio à Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação: Bolsas de Mestrado e Doutorado.
Esta chamada promove a redistribuição das bolsas retidas ao final de sua vigência no período do 1 de julho a 30 de dezembro de 2020, iniciando a diretriz de realinhamento da concessão de bolsas de pós-graduação à missão precípua do CNPq. Esta iniciativa, em concepção desde 2019, prevê uma transição gradual do sistema antigo de quotas de bolsas ao novo sistema de concessão por meio de projetos institucionais de pesquisa. Tais projetos são apresentados pelos programas de pós-graduação e aglutinam de forma global o direcionamento da pesquisa nos respectivos cursos. A concessão baseia-se numa avaliação de mérito dos projetos, feita por comitês de especialistas.
O resultado preliminar garante a manutenção de bolsas encerradas no período citado, na proporção prevista no item 5 da Chamada, em programas de pós-graduação estabelecidos. Além disso, houve entrada de novos programas no sistema. Os projetos são avaliados por mérito e são aprovados a partir de disponibilidade orçamentária do CNPq.Ressalta-se que não houve nenhuma redução de bolsas no sistema do CNPq; a mesma concessão anual de cerca de R$ 400 milhões em bolsas de mestrado e doutorado está mantida. Uma segunda chamada dessa natureza será lançada brevemente, considerando as bolsas a vencer no próximo semestre.
O CNPq informa que o período de interposição de recurso administrativo ao resultado preliminar é de 25 de novembro a 4 de dezembro de 2020.
Demanda
Do total de 1.595 propostas recebidas de Cursos de Mestrado, 380 são cursos que já contam com bolsas do CNPq e que possuem bolsas vencendo entre 1° de julho a 31 de dezembro de 2020, enquadrando-se nos itens 5.3.1 e 5.4.1 da Chamada. Outras 628 propostas são de Cursos de Mestrado que contam com bolsas do CNPq, mas que vencem a partir de janeiro de 2021. Já outros 587 Cursos de Mestrado, por sua vez, não contam, na atualidade, com o apoio do CNPq em bolsas de mestrado.
Dos Cursos de Doutorado que submeteram propostas à Chamada, 277 já contam com bolsas do CNPq e possuem bolsas vencendo no período de 1° de julho a 31 de dezembro de 2020; 483 possuem bolsas vencendo a partir de janeiro de 2021, e 794 são Cursos de Doutorado que não contam com o apoio do CNPq em bolsas de doutorado.
Veja aqui o resultado preliminar.
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Ter, 28 Ago 2018 16:32:00 -0300
Pesquisa dá origem a cerveja e iogurte para diabéticos
Os produtos em desenvolvimento levam o alecrim do campo, extraindo seus bioativos para o combate e prevenção da diabetes. A pesquisa é desenvolvida por uma equipe da Unicentro (PR), coordenada pelo Dr. Carlos Ricardo Maneck Malfatti, com apoio do Governo Estadual do Paraná e do CNPq.Uma planta muito conhecida entre os brasileiros está em estudo como objeto de matéria prima para a fabricação de cerveja e iogurte para diabéticos. A pesquisa é desenvolvida por uma equipe interdisciplinar da Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro), em Guarapuava (PR), coordenada pelo Biomédico e PhD em Bioquímica Dr. Carlos Ricardo Maneck Malfatti, que tem apoio do Governo Estadual do Paraná e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por meio de bolsa de Produtividade em Pesquisa (DT) em Tecnologias Médicas e para Saúde ¿ 2018. Os alimentos estão com as patentes depositadas (algumas já atestadas pela ANVISA) e outras ainda tramitando para o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).
De acordo com Malfatti, a pesquisa inicial visava tratar a obesidade por meio de um produto natural, mas acabou mudando de rumo: "foi um acidente científico". Segundo ele, ideias são exploradas e quase sempre acabam chegando a outras. "Quando começamos a pesquisa com o alecrim do campo identificamos uma modesta redução de gordura visceral associada com efeito hipoglicemiante e despertou a curiosidade". O passo seguinte foi estudar o efeito do alecrim do campo em ratinhos diabéticos e chegou-se a uma fórmula de como extrair bioativos, que são substâncias presentes na planta, para observar a concentração ideal desses extratos em estudos in vitro (células isoladas) e pré-clínicos (modelos animais que mimetizam diabetes), buscando a dose ideal e analisando a resposta bioquímica, antioxidante, histopatológica, toxicológica e, por fim, a aplicação em humanos.
Entretanto, os produtos em estudo não se tratam de remédios/fármacos (Atestado pela ANVISA), e sim um tratamento natural que colabora para a prevenção e controle da glicemia. A cerveja ganhou o nome de 'Rosemary' (em fase de rotulagem e logomarca por equipe de publicidade vinculada), que significa alecrim em inglês. O grupo pretende ainda estender os estudos para aplicação em outros alimentos, compondo uma linha de produtos. "Estamos elaborando novos produtos a partir de orientações acadêmicas em diferentes níveis, como Iniciação Científica Tecnológica, Mestrados Acadêmicos e Profissionais e Doutorado", afirma Malfatti.
Recentemente, o professor Dr. Malfatti foi convidado como orador oficial para apresentar os dois produtos em um importante evento em Lisboa, Portugal (FISSIN- LISBOA), cujo objetivo é aproximar cientistas de empresários em uma rodada de negócios, transferência de tecnologia para o setor empresarial, gerando Royalties, emprego e renda, bem como oportunidades de parcerias entre diferentes IES da Europa com o Brasil.
*Com informações da assessoria de Imprensa do Laboratório de Estudos (BIOMED)
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Sex, 24 Ago 2018 09:36:00 -0300
Chamada sobre insetos polinizadores: resultado
Divulgado nesta sexta-feira, 24, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o resultado da Chamada Pública para apresentação de projetos de pesquisa que promovam desenvolvimento científico, tecnológico e inovação na área de insetos polinizadores.
Os consórcios de pesquisa selecionados (equipes multidisciplinares e interinstitucionais) terão acesso a financiamento disponibilizado de forma conjunta pelo CNPq, Ibama, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (ABELHA). O valor global disponível é de R$ 2,8 milhões.
A Chamada foi lançado em novembro de 2017 e contemplou projetos nas cinco linhas de pesquisa previstas: Pesquisa em patógenos e parasitas emabelhas nativas e em Apis mellifera;;Monitoramento e avaliação da situação dasabelhas nativas no Brasil; Avaliação de ecotoxicidade de agrotóxicos paraespécies nativas selecionadas; Quantificação e caracterização de recursosambientais coletados por espécies de abelhas nativas; e Avaliação bioeconômica do serviço depolinização na produtividade agrícola por culturarelevante.
Veja aqui os projetos selecionados.
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Qua, 22 Ago 2018 10:17:00 -0300
SNTC 2018: divulgado o resultado preliminar
O resultado preliminar do julgamento da Chamada CNPq/MCTIC - SEPED nº 14/2018 - Apoio À Semana Nacional de Ciência e Tecnologia já está disponível no portal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
A Chamada, que tem como objetivo principal 'apoiar projetos de eventos de divulgação e popularização da ciência, de abrangência regional ou estadual/distrital, em todas as Unidades Federativas, para execução durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia - SNCT 2018, sob a temática "Ciência para a Redução das Desigualdades", em consonância com o Objetivo do Desenvolvimento Sustentável - ODS 10', prevê o valor global de R$ 6,02 milhões.
A contratação definitiva das propostas ocorrerá após a avaliação dos pedidos de reconsideração.
Confira os resultados:
Linha A - Projetos de Abrangência Estadual ou Distrital
Linha B - Projetos de Abrangência Intermunicipal
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Ter, 21 Ago 2018 19:12:00 -0300
Pesquisa estuda relação entre alimentos e câncer nas redes sociais
Artigo publicado no periódico inglês Future Science AO na semana passada examina se as postagens em uma mídia social são modismo ou se há evidência científica quando o assunto é o câncer associado a alimentos funcionais.Artigo publicado no periódico inglês Future Science AO na semana passada examina se as postagens em uma mídia social são modismo ou se há evidência científica quando o assunto é o câncer associado a alimentos funcionais.
Uma das autoras do artigo, Claudia Jurberg, bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), explica que foram analisados alimentos funcionais relacionados ao câncer no Pinterest (rede social de compartilhamento de fotos) e se havia evidência científica ou não no portal de periódicos do PubMed, que é um motor de busca de livre acesso à base de dados MEDLINE de citações e resumos de artigos de investigação em biomedicina. O Pinterest foi a mídia de escolha porque está em franca ascensão no mundo e no Brasil.
"Foram analisados 507 Pins, sendo 75 de alimentos associados ao câncer, compartilhados mais de 27 mil vezes, e encontramos mais de 80 mil artigos científicos sobre esses alimentos e câncer no PubMed. Em 90% dos alimentos mencionados como funcionais para o câncer, encontramos literatura científica. Os Pins são ideias que as pessoas encontram e salvam de toda a Web", esclarece a pesquisadora.
Claudia informa que existem cerca de 50 bilhões de pins sobre comida no pinterest, e que o objetivo principal era investigar a relação entre postagens sobre comida e câncer no Pinterest e as evidências científicas. "Surpreendemente, 90% dos alimentos citados nessa mídia social também aparecem na literatura científica".
No entanto, apesar desse paralelo entre conteúdo publicado em mídia social e evidência científica, a pesquisadora diz que não foi possível identificar a exata relação dos alimentos com o câncer: se previne, cura ou trata.
A pesquisa conclui que há um paralelo entre o conteúdo sobre alimentos e bebidas relacionados ao câncer divulgado no Pinterest e a literatura científica sobre esses mesmos ingredientes no PubMed, uma vez que sobre 90% deles foram encontrados artigos científicos. "Com isso, pode-se afirmar que os alimentos correlacionados ao câncer geram interesse, embora tenhámos percebido que os usuários dessa mídia são tímidos para expressar sua opinião com comentários sobre o assunto".
Além de Claudia Jurberg, da Fiocruz e Universidade Federal do Rio de Janeiro, participaram do estudo Eloy Macchiute de Oliveira, do Datasus, e Graça Justo, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. A pesquisa foi financiada pelo CNPq, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj) e Fundação do Câncer.
O artigo pode ser acessado no link https://www.future-science.com/doi/10.4155/fsoa-2018-0023
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Qui, 16 Ago 2018 16:30:00 -0300
Chamada de apoio à Inovação em Manufatura Avançada
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), lança chamada pública do Programa para Concessão de Bônus Tecnológicos e Bolsas para Inovação em Manufatura Avançada.
O objetivo é apoiar projetos de pesquisas, desenvolvimento e inovação para soluções em produtos, processos e serviços para manufatura avançada, realizados por micro e pequenas empresas (MPE), em parceria com médias e grandes empresas (Empresas Parceiras/Âncora). O apoio será por meio da concessão de Bônus Tecnológico conjugado com bolsas para capacitação e desenvolvimento tecnológico.
As propostas devem estar vinculadas a uma ou mais áreas estratégicas tecnológicas, aplicáveis à Manufatura Avançada, conforme o Plano de CT&I para Manufatura Avançada no Brasil. Ao todos, serão destinados R$ 2 milhões para apoiar os projetos.
O prazo para submissão de propostas
é até dia 2 de outubro de 2018foi prorrogado para 19 de outubro de 2018*. Acesse aqui para obter as informações completas da seleção.*atualizado em 03/10/2018 às 13h46
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Ter, 14 Ago 2018 18:32:00 -0300
Música melhora efeito de remédio para hipertensão
A descoberta é fruto de pesquisa apoiada pelo CNPq, a partir do Edital Universal, que identificou efeitos positivos, em curto prazo, da música sobre a resposta do controle autonômico da frequência cardíaca induzida por anti-hipertensivos.Pesquisa apoiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a partir do Edital Universal, identificou efeitos positivos, em curto prazo, da música sobre a resposta do controle autonômico da frequência cardíaca induzida por anti-hipertensivos.
O estudo foi realizado em parceria entre a Universidade Estadual Paulista (Unesp/Marília), Faculdade de Juazeiro do Norte (CE), Faculdade de Medicina do ABC e Oxford Brookes University (Inglaterra) e acompanhou 37 indivíduos com hipertensão controlada (14 homens e 23 mulheres) em dois dias.
Em um dia, os voluntários eram tratados com medicamento anti-hipertensivo e os parâmetros cardiovasculares foram monitorados durante uma hora após a administração do remédio enquanto ouviam música por meio de um fone de ouvido (Someone like you, piano instrumental - Adele; Airstream - Electra; Hello, piano instrumental - Adele; Amazing grace [my chains are gone], instrumental - Chris Tomlin e Watermark -Enya). Em outro dia, os pacientes realizaram o mesmo protocolo de pesquisa, porém, permaneciam com o fone de ouvido desligado, de modo que os dois dias foram aleatórios.
"Observamos que a música melhorou a frequência cardíaca e os efeitos de anti-hipertensivos no período de até uma hora após a medicação", disse Vitor Engrácia Valenti, coordenador do estudo, bolsista em Produtividade de Pesquisa do CNPq e professor do Departamento de Fonoaudiologia da Faculdade de Filosofia e Ciências da Unesp de Marília.
Um método mais sensível para detectar alterações no coração, conhecido como variabilidade da frequência cardíaca, detectou que os medicamentos apresentaram respostas significantemente mais intensas sobre a atividade do coração quando os voluntários ouviam música.
Como principal achado do estudo, os pesquisadores concluíram que a música intensificou os efeitos benéficos dos anti-hipertensivos em curto prazo.
"Constatamos que a música erudita ativa o sistema nervoso parassimpático [responsável por estimular ações que permitem ao organismo responder a situações de calma, como desaceleração dos batimentos cardíacos e diminuição da pressão arterial e da adrenalina e açúcar no sangue] e reduz a atividade do sistema simpático [que pode acelerar os batimentos cardíacos]", explicou Valenti.
Os resultados foram publicados, no início do ano, na revista Scientific Reports (grupo Nature).
Coração e cafeína
Outra pesquisa também realizada por Valenti analisou, ainda, os efeitos da ingestão de cafeína antes da realização de exercício (corrida na esteira) sobre a recuperação após o esforço.
O estudo investigou 32 jovens saudáveis do sexo masculino. Fumantes, alcoólatras, indivíduos com doenças cardiovasculares, respiratórias ou neurológicas conhecidas ou com lesão musculoesquelética que impedissem a realização dos protocolos de exercício não foram incluídos. Os voluntários realizaram dois protocolos de exercício moderado: placebo e cafeína, consistindo de 15 minutos de repouso, 30 minutos de exercício em uma esteira, seguido de 60 minutos de recuperação. No protocolo com cafeína os voluntários ingeriram cápsulas contendo 300 mg de cafeína e no protocolo placebo cápsulas idênticas sem cafeína. As variáveis analisadas foram pressão arterial sistólica e diastólica, frequência respiratória e a influência do sistema nervoso autônomo sobre o coração, analisada por meio da variabilidade da frequência cardíaca.
Não houve efeito da cafeína sobre a pressão arterial, entretanto, por meio de uma análise mais sensível, capaz de detectar mudanças fisiológicas com mais precisão, foi observado que a cafeína diminuiu a velocidade de recuperação do organismo após o exercício. Esse achado sugere que a administração de cafeína antes da realização de exercício pode aumentar os riscos de complicações cardiovasculares mesmo em sujeitos saudáveis.
Os autores do artigo são, além de Vitor, Luana Almeida Gonzaga, Luiz Carlos Marques Vanderlei, bolsista PQ 2 do CNPq e Rayana Loch Gomes. O estudo também foi publicado na Scientific Reports, em 2017, e está disponível em https://www.nature.com/articles/s41598-017-14540-4
Contato: Vitor Engrácia Valenti, prof. Dr. da UNESP/Marília. e-mail:vitor.valenti@unesp.br
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Qui, 09 Ago 2018 10:47:00 -0300
Brasil conquista ouro mundial em Química
Desde 2005, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) aporta recursos para as Chamadas de Olimpíadas Científicas, que, entre outros resultados, prepara jovens estudantes para concursos internacionais. Em 2017, 14 propostas foram contempladas e R$ 3,5 milhões liberados.
Recentemente, essa participação resultou em conquistas importantes. Em julho, quatro estudantes brasileiros, alunos do ensino médio, participaram da 50th International Chemistry Olympiad e levaram quatro medalhas, sendo duas de ouro, uma de prata e outra de bronze.
A Olimpíada foi realizada durante 10 dias em duas cidades - inicialmente em Bratislava (Eslováquia), onde ocorreu a abertura e a aplicação dos exames práticos e teóricos, finalizando em Praga (República Checa), onde as atividades finais ocorreram. Dentre os 76 países participantes, a equipe brasileira se destacou com a conquista de quatro medalhas.
Foram duas medalhas de ouro (Vinicius Armelin e Ivna Gomes), uma medalha de prata (João Victor Pimentel) e uma de bronze (Orisvaldo Salviano), três estudantes do Ceará e um de São Paulo. O Brasil ficou em segundo lugar nas Américas, liderada por Estados Unidos, e posicionou-se na 12a classificação geral por pontuação acumulada pelas equipes. No ano anterior ocupava o 18o do ranking geral. Os estudantes prestaram exames teóricos e práticos, traduzidos no dia anterior em suas línguas nativas por mentores das delegações. Cada exame teve cinco horas de duração.
A solenidade de premiação ocorreu na cidade de Praga, em 28 de julho de 2018.
Olimpíadas de Química
O objetivo do CNPq ao apoiar a realização de Olimpíadas Científicas é contribuir para a popularização da ciência e melhoria do Ensino Básico, assim como identificar jovens talentosos que possam ser estimulados nas carreiras técnico-científicas e docente.
Um dos projetos apoiados pelo CNPq é o Programa Nacional Olimpíadas de Química, financiado pela agência em um total de R$ 250 mil e realizado pela Associação Brasileira de Química e coordenado pelo Professor da Universidade Federal do Ceará, Sergio Maia Melo.
Com 23 anos de atividades ininterruptas, o projeto reúne quatro olimpíadas nacionais, 26 olimpíadas estaduais, uma olimpíada no Distrito Federal e oito olimpíadas regionais. Desde sua criação, a competição cresceu, passando de 186 participantes no primeiro ano para cerca de 350 mil este ano.
Segundo o coordenador, as olimpíadas científicas contribuem para tornar o Brasil competitivo em ciência e tecnologia e compartilhar experiências entre países líderes do mundo, com objetivo não só de encorajar os estudantes jovens a se esforçar para a excelência no campo do conhecimento que abraçou, mas também fortalecer a interação e a amizade entre estudantes, professores e cientistas em sua cidade, no país e no mundo, como a participação dos estudantes em olimpíadas Internacionais.
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Sex, 03 Ago 2018 08:45:00 -0300
OBMEP premia vencedores
Evento que aconteceu no Rio de Janeiro, nessa quinta-feira, contou com a participação da Diretora do CNPq, Adriana Tonini e entregou medalhas para os finalistas da edição 2017 da competição.
O IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) premiou nesta quinta-feira (2) os vencedores da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) 2017. A edição contou, pela primeira vez, com participantes de 4.473 colégios particulares.
Representando o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq), a Diretora de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais, Adriana Tonini esteve presente na cerimônia que aconteceu no Rio de Janeiro e entregou medalhas de ouro a 576 estudantes de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. O CNPq é parceiro da OBMEP com a concessão de bolsas de Iniciação Científica Junior aos medalhistas.
A OBMEP manteve o número de medalhas a alunos de escolas públicas das edições anteriores: 500 medalhas de ouro, 1.500 de prata e 4.506 de bronze - em decorrência de empate - e 38,6 mil menções honrosas. Os alunos de escolas particulares receberão 76 medalhas de ouro, 227 de prata, 682 de bronze e 5,7 mil menções honrosas.
A 13ª edição da OBMEP bateu novo recorde de escolas (53.231), de 99,6% dos municípios brasileiros. Dos 18,2 milhões de estudantes inscritos, 941 mil foram classificados para a segunda fase da competição - 903 mil de escolas públicas e 38 mil de particulares.
Sobre a OBMEP
Destinada a estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3ºano do Ensino Médio, a OBMEP é realizada pelo IMPA e promovida com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e do Ministério da Educação (MEC), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).
A olimpíada integra o calendário de atividades do Biênio da Matemática do Brasil 2017-2018, que tem patrocínio do BNDES e apoio dos ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e da Educação. Criada em 2005 pelo IMPA, a OBMEP tem como metas estimular o estudo da Matemática, revelar talentos - incentivando seu ingresso nas áreas científicas e tecnológicas - e promover a inclusão social pela difusão do conhecimento.
O impacto efetivo da OBMEP nos resultados de Matemática no país tem sido medido por estudos independentes. De acordo com trabalho do ex-presidente do INEP Chico Soares, escolas que participam ativamente da competição apresentam melhora no desempenho dos alunos de 26 pontos na Prova Brasil, o equivalente a 1,5 ano de escolaridade extra.
Parceria com o CNPq
O CNPq mantém uma parceria com a OBMEP por meio do Programa de Iniciação Científica Jr (PIC), para o qual a agência concede bolsas nessa modalidade. O PIC é um programa que propicia ao aluno premiado em cada edição da OBMEP entrar em contato com interessantes questões no ramo da Matemática, ampliando o seu conhecimento científico e preparando-o para um futuro desempenho profissional e acadêmico.
Os medalhistas que já fizeram o PIC mais de duas vezes, com pelo menos uma participação no nível 3 deverão participar do Programa Mentores OBMEP, que oferece atividades ministradas por professores universitários sobre conteúdos que envolvem matemática.
Em 2017, foram concedidas 6 mil bolsas IC no âmbito desse programa. Desde 2008, já foram quase 44 mil bolsas concedidas.
CNPq e Olimpíadas Científicas
Desde de 2005 o CNPq vem aportando recursos para as Chamadas de Olimpíadas Científicas. O objetivo é apoiar esse tipo de competição como instrumento de popularização da ciência e melhoria do Ensino Básico, para identificar jovens talentosos que possam ser estimulados nas carreiras técnico-científicas e docente.
Em 2017, foram 14 propostas contempladas, somando R$ 3,5 milhões em recursos destinados. Foram contempladas diversas áreas como divulgação científica, física, astronomia, educação, história, ciências da computação, química, geociências, fisiologia e agronomia.
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Qua, 01 Ago 2018 17:30:00 -0300
Novas datas da chamada para o setor de mineração
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia a alteração no cronograma da Chamada Pública CNPq-ITV Nº 10/2018 - Formação de Recursos Humanos no Setor da Mineração.
As novas datas são:
- Divulgação do Resultado preliminar: 02/08/2018
- Período para interposição de recurso administrativo do resultado preliminar: de 03 a 13/08/2018
- Divulgação Final das propostas aprovadas: 31/08/2018.
A chamada recebeu propostas em cinco linhas de pesquisa: Computação Avançada, Meteorologia & Mudança do Clima e de Uso da Terra aplicada ao desenvolvimento tecnológico da mineração e logística; Biodiversidade, Biotecnologia, Ecologia & Planta e Solo; Geologia Ambiental, Recursos Hídricos, Socioeconomia & Sustentabilidade; Tecnologias de Mineração; e Metalurgia Extrativa.
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Sex, 27 Jul 2018 15:31:00 -0300
Proteger estoques de carbono pode não resultar em proteção à biodiversidade
Estudo inédito demonstra que mais carbono significa mais biodiversidade em florestas severamente danificadas, no entanto, em florestas com menor interferência humana, quantidades crescentes de carbono podem não ser acompanhadas por mais espécies. A pesquisa integra o programa PELD do CNPq.As florestas tropicais são ricas em carbono e também em biodiversidade. Por conta das alterações climáticas induzidas por ação humana, são crescentes os gastos com a proteção do carbono das florestas tropicais. Mas essas medidas também garantem a sobrevivência das espécies que habitam as florestas?
Um estudo publicado hoje na renomada revista Nature Climate Change sugere que a resposta a esta pergunta não é tão simples. A pesquisa, realizada no âmbito da Rede Amazônia Sustentável (RAS), uma rede internacional de cientistas de diversas instituições e integrante do Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), foi liderada por pesquisadores da Embrapa Amazônia Oriental e do Centro de Meio Ambiente da Universidade de Lancaster (Reino Unido). O grupo descobriu que os investimentos destinados a evitar perdas maciças de carbono em florestas tropicais são provavelmente menos eficazes para a biodiversidade nas florestas de maior valor ecológico. Para a surpresa do time de pesquisadores, nestas florestas (que são as mais preservadas), até 77% das espécies que teriam sido protegidas por meio de ações voltadas à conservação da biodiversidade, não seriam protegidas no caso de medidas centradas exclusivamente na proteção dos estoques de carbono.
"Proteger os estoques de carbono das florestas tropicais deve permanecer um objetivo central em políticas internacionais de conservação", afirma Joice Ferreira, uma das líderes do estudo, bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e pesquisadora da Embrapa. "Esse tipo de medida não apenas pode desacelerar as alterações climáticas, como também tem o potencial de proteger a vida selvagem única e insubstituível das florestas tropicais como a Amazônia. No entanto, para garantir que tais espécies sobrevivam, a biodiversidade precisa ser tratada como foco central dos esforços de conservação - tanto quanto o carbono".
As florestas tropicais são fundamentais para o planeta
As florestas tropicais armazenam mais de um terço de todo o carbono terrestre do mundo. Fenômenos causados por ação humana, como o desmatamento e as perturbações florestais (extração de madeira, caça, incêndios e fragmentação florestal) podem provocar a liberação do carbono e exacerbar os efeitos das mudanças climáticas globais.
Por essa razão, a proteção do carbono das florestas tropicais é uma das principais metas das iniciativas internacionais de combate às alterações climáticas, atraindo dezenas de bilhões de dólares em financiamento todos os anos.
A relação entre carbono e biodiversidade
Para chegar às principais conclusões do estudo, a equipe internacional, composta por cientistas de Brasil, Europa e Austrália, passou 18 meses realizando medições do conteúdo de carbono e da variedade de espécies de plantas, pássaros e besouros em 234 áreas de florestas tropicais na Amazônia brasileira.
Em uma primeira etapa, foram avaliados os níveis de carbono e de biodiversidade em áreas ao longo de um gradiente florestal (os variados graus de interferência humana): desde as florestas conservadas até aquelas crescendo após a completa supressão da vegetação pelo desmatamento. De posse dos dados inéditos, a equipe descobriu que mais carbono significava mais biodiversidade em florestas severamente danificadas, como previsto. Contrariando as expectativas, no entanto, onde os impactos humanos eram menos intensos, quantidades crescentes de carbono não eram acompanhadas por mais espécies.
Para Gareth Lennox, pesquisador-sênior da Universidade de Lancaster e também um dos líderes da pesquisa, "a mudança na relação entre carbono e biodiversidade entre as florestas que sofreram diferentes níveis de distúrbios provocados por ação humana explica nossas descobertas. Conforme as localidades desmatadas e altamente perturbadas se recuperam dos efeitos do uso agrícola e de incêndios florestais graves, a biodiversidade também se recupera. No entanto, essa relação direta entre carbono e biodiversidade perde-se na etapa intermediária da recuperação. O resultado: as florestas com o maior teor de carbono não abrigam necessariamente mais espécies, o que significa que a conservação focada exclusivamente no carbono pode deixar de lado áreas bastante biodiversas das florestas tropicais."
Foco duplo: na biodiversidade e no carbono
Juntamente com as descobertas mais preocupantes, o estudo oferece esperança para o alinhamento dos esforços de conservação de carbono e biodiversidade. "Embora algum nível de perda seja inevitável, os conflitos de estratégia entre o carbono e a biodiversidade podem ser reduzidos por um planejamento mais integrado", explica Toby Gardner, pesquisador-sênior do Instituto Ambiental de Estocolmo (SEI, na sigla em inglês), na Suécia, um dos coautores do trabalho científico. "Ao considerar carbono e biodiversidade juntos, descobrimos, por exemplo, que o número de espécies de árvores grandes que podem ser protegidas aumenta em até 15% em relação à abordagem com foco exclusivo no carbono. Em contrapartida, nessa mesma situação, há redução de apenas 1% de carbono."
Embora ferramentas promissoras de sensoriamento remoto estejam sendo desenvolvidas para medir o carbono florestal, promover a proteção da biodiversidade por meio de investimentos focados em carbono só será possível com o monitoramento extensivo em campo. No entanto, no Brasil, o progresso nessa área tem sido extremamente aquém do necessário. Joice Ferreira descreve a situação: "Como país megadiverso, o Brasil precisa de mecanismos adicionais e integrados para garantir um monitoramento abrangente de sua biodiversidade. Infelizmente, as ações do atual governo tem reduzido a capacidade científica e a extensão da proteção ambiental, ou seja, estamos no caminho oposto do ideal".
Em última análise, a redução dos efeitos das mudanças climáticas exige a salvaguarda da biodiversidade. O professor Jos Barlow, da Universidade de Lancaster, explica: "A biodiversidade e as alterações climáticas estão intrinsecamente ligadas quando se fala em florestas tropicais. Um clima mais quente e mudanças nos padrões de chuvas levarão à extinção de muitas espécies tropicais e é importante lembrar que o carbono florestal reside na biodiversidade das florestas tropicais. A pobreza de espécies resultará inevitavelmente em pobreza de carbono. O enfrentamento da crise climática requer a proteção de ambos simultaneamente".
O artigo científico, Ferreira & Lennox et al. (2018), A conservação focada exclusivamente no carbono pode deixar de proteger as florestas tropicais mais biodiversas (Carbon-focused conservation may fail to protect the most biodiverse tropical forests), está disponível online no Nature Climate Change (DOI: 10.1038/s41558-018-0225-7). Os autores estão disponíveis para entrevistas em inglês e português. Informações para contato abaixo:
Para mais informações:
Joice Ferreira (autora principal) EMBRAPA, Brazil: joice.ferreira@embrapa.br
Toby Gardner (coautor) Instituto Ambiental de Estocolmo, Suécia: toby.gardner@sei-international.org
Gareth Lennox (autor principal) Universidade de Lancaster, Reino Unido: g.lennox@lancaster.ac.uk
Jos Barlow (coautor) Universidade de Lancaster, Reino Unido: jos.barlow@lancaster.ac.uk