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Sex, 13 Jan 2023 16:32:00 -0300
Migração Portal
Acesse o novo Portal do CNPqDesde dezembro de 2020, o endereço do Portal do CNPq mudou para:
https://www.gov.br/cnpq
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Seg, 07 Dez 2020 12:31:00 -0300
Programa Ciência no Mar ganha mais recursos com adesão da Marinha
Parceria entre CNPq e Marinha proporcionou a suplementação de R$ 2 milhões para 4 projetos da Chamada de apoio à Pesquisa e Desenvolvimento para Enfrentamento de Derramamento de Óleo na Costa Brasileira - Programa Ciência no Mar. Com essa adesão, a iniciativa apoiará 11 projetos, totalizando R$ 6 milhões, recursos da Marinha e do MCTI.Parceria firmada entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Marinha do Brasil proporcionou a suplementação de R$ 2 milhões à Chamada CNPq/MCTIC Nº 06/2020 - Pesquisa e Desenvolvimento para Enfrentamento de Derramamento de Óleo na Costa Brasileira - Programa Ciência no Mar, com apoio a novos quatro projetos. Com essa adesão, a iniciativa apoiará 11 projetos, totalizando R$ 6 milhões em investimentos. Além da Marinha, os recursos serão investidos pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).
A chamada foi lançada com o objetivo de selecionar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação relacionados ao derramamento de óleo ocorrido a partir de agosto de 2019 na costa brasileira que visem contribuir significativamente para o Programa Ciência no Mar.
Nesta segunda, 07, às 14h, a Marinha realizará a 1ª Sessão Ordinária da Comissão Técnico-Científica para o Assessoramento e Apoio das atividades de Monitoramento e a Neutralização dos Impactos decorrentes da Poluição Marinha por Óleo e outros Poluentes na Amazônia Azul, com a participação do Presidente do CNPq, Evaldo Vilela. Saiba mais.
Veja aqui o resultado final completo.
Importância litorânea para o Brasil
O recente desastre de derramamento de óleo na costa brasileira em 2019 demonstrou a importância de ações públicas embasadas no melhor conhecimento científico disponível, a fim de que as iniciativas de remediação reduzam os prejuízos para a biodiversidade e para a saúde humana. Além disso, ressaltou a necessidade de evidências científicas na proposição de medidas que busquem a prevenção a novos acidentes que possam colocar em risco a qualidade de vida da ocupação humana ao longo da costa brasileira.
Estima-se que mais de 26% da população brasileira resida na zona costeira, sendo o litoral a área protagonista no histórico processo de ocupação do território nacional. A importância litorânea pode ser expressa pelo recorte federativo brasileiro: são 17 Estados e 274 Municípios defrontantes com o mar, e 16 das 28regiões metropolitanas existentes no País. O Brasil possui diversas ilhas costeiras, inclusive abrigando capitais (São Luís, Vitória e Florianópolis), além de ilhas oceânicas que representam pontos importantes do território nacional (Fernando de Noronha, o Arquipélago de São Pedro e Trindade e Martim Vaz, e o Arquipélago de Abrolhos).
Grande parte do comércio internacional, da exploração do petróleo, da atividade pesqueira e de turismo está relacionada com o mar brasileiro. Relevante também é a riqueza da biodiversidade marinha e costeira do País, que deve ser preservada como importante ecossistema para a manutenção da vida. Além disso, o Brasil possui 26,3% de sua Zona Econômica Exclusiva protegida dentro de unidades de conservação, que devem também ser pólos-modelo para medidas de conservação e uso sustentável.
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Qui, 26 Nov 2020 17:37:00 -0300
CNPq divulga resultado preliminar da Chamada nº 25/2020
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulga o resultado preliminar da Chamada nº 25/2020 - Apoio à Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação: Bolsas de Mestrado e Doutorado.O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulga o resultado preliminar da Chamada nº 25/2020 - Apoio à Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação: Bolsas de Mestrado e Doutorado.
Esta chamada promove a redistribuição das bolsas retidas ao final de sua vigência no período do 1 de julho a 30 de dezembro de 2020, iniciando a diretriz de realinhamento da concessão de bolsas de pós-graduação à missão precípua do CNPq. Esta iniciativa, em concepção desde 2019, prevê uma transição gradual do sistema antigo de quotas de bolsas ao novo sistema de concessão por meio de projetos institucionais de pesquisa. Tais projetos são apresentados pelos programas de pós-graduação e aglutinam de forma global o direcionamento da pesquisa nos respectivos cursos. A concessão baseia-se numa avaliação de mérito dos projetos, feita por comitês de especialistas.
O resultado preliminar garante a manutenção de bolsas encerradas no período citado, na proporção prevista no item 5 da Chamada, em programas de pós-graduação estabelecidos. Além disso, houve entrada de novos programas no sistema. Os projetos são avaliados por mérito e são aprovados a partir de disponibilidade orçamentária do CNPq.Ressalta-se que não houve nenhuma redução de bolsas no sistema do CNPq; a mesma concessão anual de cerca de R$ 400 milhões em bolsas de mestrado e doutorado está mantida. Uma segunda chamada dessa natureza será lançada brevemente, considerando as bolsas a vencer no próximo semestre.
O CNPq informa que o período de interposição de recurso administrativo ao resultado preliminar é de 25 de novembro a 4 de dezembro de 2020.
Demanda
Do total de 1.595 propostas recebidas de Cursos de Mestrado, 380 são cursos que já contam com bolsas do CNPq e que possuem bolsas vencendo entre 1° de julho a 31 de dezembro de 2020, enquadrando-se nos itens 5.3.1 e 5.4.1 da Chamada. Outras 628 propostas são de Cursos de Mestrado que contam com bolsas do CNPq, mas que vencem a partir de janeiro de 2021. Já outros 587 Cursos de Mestrado, por sua vez, não contam, na atualidade, com o apoio do CNPq em bolsas de mestrado.
Dos Cursos de Doutorado que submeteram propostas à Chamada, 277 já contam com bolsas do CNPq e possuem bolsas vencendo no período de 1° de julho a 31 de dezembro de 2020; 483 possuem bolsas vencendo a partir de janeiro de 2021, e 794 são Cursos de Doutorado que não contam com o apoio do CNPq em bolsas de doutorado.
Veja aqui o resultado preliminar.
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Sex, 18 Mai 2018 10:14:00 -0300
Matemático pesquisador do CNPq deixa grande legado
Manfredo Perdigão do Carmo, conhecido como o pai da Geometria Diferencial no Brasil, morre aos 89 anos de parada cardiorrespiratória.
"Diz-se que a matemática é o terror dos estudantes. Isso precisa continuar assim? Acho que não. Então, o que é preciso fazer? O que é preciso é não deixar que o medo paralise o cérebro. Aprender matemática é aprender a pensar sozinho e com segurança". É com estes questionamentos e com esta resposta que Manfredo Perdigão do Carmo escreveu a Carta ao estudante e procurou mostrar em suas palestras e em seu trabalho como pesquisador que a matemática nos fornece instrumentos importantes para entender o mundo em que vivemos e agir de forma consciente e crítica.
O pesquisador, falecido em 30 de abril deste ano, foi o responsável pela consolidação da Geometria Diferencial como área de pesquisa no Brasil. Graduado em Engenharia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), escolheu a matemática em 1957 quando participou do 1º Colóquio Brasileiro de Matemática (CBM). Em 1963, concluiu o doutorado em Matemática pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, sob a orientação de Shiing-Shen Chern, uma das maiores referências em Geometria Diferencial do mundo e com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Manfredo Perdigão do Carmo foi presidente da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Pesquisador Emérito do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), Coordenador da área de Matemática da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e bolsista de Produtividade em Pesquisa PQ 1A durante 30 anos e PQ-Sr do CNPq. É autor de livros usados nos cursos de geometria de diversas Instituições de Ensino Superior (IES) e publicados em diversos idiomas, dentre os quais se destaca o Geometria Diferencial de Curvas e Superfícies.
Coordenação de Comunicação do CNPq
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Qua, 16 Mai 2018 17:15:00 -0300
Resultado dos bolsistas de divulgação científica
Os bolsistas que atuarão no âmbito do Programa de Divulgação e Disseminação Científica do CNPq (PDDC) foram divulgados nesta quarta-feira, 16. Lançado em fevereiro deste ano, o PDDC visa aprimorar a divulgação científica a partir dos resultados do fomento à pesquisa realizado pela agência.
Foram submetidas 104 propostas para as quatro modalidades previstas: rádio, TV, redes sociais e jornalismo impresso, sendo 96 aprovadas e convocadas para as entrevistas. Entre os dias 8 e 10 de maio, 59 candidatos estiveram na sde do CNPq para participarem da segunda etapa, na qual a Comissão Julgadora avaliou currículo e portifólio, além das entrevistas individuais.
A Comissão foi composta pela Profª Drª Cristiane Porto, da Universidade Tiradentes (Unit), Profª Drª Simone Bortoliero, da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Vanessa Fagundes, Coordenadora de Comunicação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).
Para a prorfessora Simone, o programa contará com profissionais "preparados com perfil multimídia e necessário para o exercício da divulgação científica no Brasil, além de possuírem larga experiência em suas áreas de atuação", apontou. SImone destacou, ainda, que a diversidade de formação permitirá à equipe unir a formacao academica de excelência com a experiência profissional consolidada em diferentes regiões do país.
Foram aprovados três candidatos por modalidade, sendo que será concedida uma bolsa para cada modalide, neste primeiro momento. Os candidatos terão, a partir do dia da divulgação, dez dias úteis para recurso.
Veja aqui a lista dos aprovados.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Ter, 15 Mai 2018 18:02:00 -0300
Pele impressa em 3D pode substituir testes em animais
Pele humana reconstituída em impressoras 3D pode ter importantes utilidades como a avaliação toxicológica ou de eficácia de substâncias aplicadas topicamente. Essa é a conclusão da pesquisa da bolsista do CNPq e doutoranda no Instituto Politécnico Rensselaer, em Nova Iorque (EUA), Carolina Motter Catarino.Pele humana reconstituída em impressoras 3D pode ter importantes utilidades como a avaliação toxicológica ou de eficácia de substâncias aplicadas topicamente. Essa é a conclusão da pesquisa da bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e doutoranda no Instituto Politécnico Rensselaer, em Nova Iorque (EUA), Carolina Motter Catarino.
O método consiste, primeiramente, na extração de células de amostras de pele provenientes de cirurgias plástica ou postectomia. A seguir, as tintas biológicas que serão usadas na impressão da pele são produzidas por meio de mistura de proteínas presentes na pele humana, tais como o colágeno tipo I e as células previamente isoladas (fibroblastos, queratinócitos e melanócitos). Depois de impressas, as amostras de pele são mantidas em incubadora por cerca de 14 dias para diferenciação das células. Após esse período, a pele apresenta estrutura semelhante à pele humana.
Essa criação permite substituir o uso de animais em testes que avaliam, por exemplo, reações adversas de substâncias usadas em maquiagens e outros produtos químicos. E até com melhores resultados, aponta a pesquisadora. Segundo Carolina, a pele animal possui diferenças fisiológicas em relação à pele humana, e podem gerar resultados que posteriormente não são observados em humanos ou até mesmo não antecipar possíveis efeitos adversos. "Essas diferenças podem ser observadas no número de camadas da pele e na concentração de folículos capilares e glândulas sudoríparas. Essas características influenciam a forma e a velocidade que uma substância é absorvida através da pele, como ela interage com as células das camadas inferiores da pele, e a quantidade que poderá alcançar a circulação, podendo resultar ou não em efeitos sistêmicos", explica Catarino.
A pesquisa de Carolina já rendeu a ela uma premiação da empresa britânica de cosméticos Lush, em novembro de 2017. O prêmio The 2017 Lush Prize promove cientistas que trabalhem em prol do fim do uso de animais em pesquisas que envolvem testes de produtos químicos. Para Catarino, o recebimento da premiação significa o reconhecimento pelo seu esforço e dedicação na pesquisa em métodos alternativos de testes químicos. "Esse prêmio criou oportunidades para divulgar não apenas o meu projeto do doutorado, mas a pesquisa brasileira e todo o conceito de método alternativos ao uso de animais na pesquisa e na indústria", afirma a cientista.
Métodos Alternativos
Quanto à possível implementação de métodos alternativos aos testes em animais no Brasil, a cientista afirma que o país seguiria a tendência de paises desenvolvidos. "Nos países europeus, a comercialização de produtos testados em animais é vetada. Assim, a implementação desta mudança no Brasil significaria não apenas o atendimento à demanda ética da população, mas estaríamos seguindo a tendência mundial de substituição de modelos animais. Além disso, a adoção de tais métodos significaria que empresas de cosméticos brasileiras poderiam comercializar seus produtos em países da União Europeia, o que possibilitaria a expansão de seus mercados", afirma a cientista.
Mulher e Ciência
Atualmente, segundo dados do CNPq, cerca de 76% dos cientistas nível sênior que recebem bolsas de pesquisa no país são homens. Para Catarino, a falta de regulamentação que assegurem as mulheres em programas de pós-graduação torna-as suscetíveis a abandonar a pesquisa cientifica. "Em outras carreiras, as mulheres têm direitos assegurados por lei em relação a gestação. Soube de casos de colegas que além de não poderem tirar uma licença maternidade de mesma duração que nas demais profissões, também tiveram suas bolsas suspensas nesses meses", conta.
Em seu departamento e grupo de doutorado, as mulheres representam apenas 30% dos alunos. Apesar de nunca ter tido problemas para desenvolver seu trabalho em nenhuma situação, e nunca ser desrespeitada por ser mulher, a cientista que o machismo ainda está presente no campo da pesquisa cientifica. "Ainda há muito machismo no meio acadêmico, mas acredito que isso esteja mudando aos poucos, e que através do desenvolvimento de um bom trabalho provamos que qualidade e capacidade não estão atreladas a nenhum gênero específico. Acredito que as mulheres podem oferecer uma nova perspectiva sobre diversos assuntos e promover uma maior interdisciplinaridade de projetos", diz Catarino.
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Seg, 14 Mai 2018 16:04:00 -0300
CNPq divulga vencedores do Prêmio de Fotografia
Uma iniciativa do CNPq, a 7ª edição do Prêmio de Fotografia - Ciência & Arte já tem seus trabalhos vencedores conhecidos. O Prêmio recebeu, nesta edição, 430 trabalhos, dos quais 292 foram pré-selecionados, sendo 195 imagens produzidas por câmeras fotográficas e 97 por instrumentos especiais.Uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a 7ª edição do Prêmio de Fotografia - Ciência & Arte , edição 2017, já tem seus trabalhos vencedores conhecidos. O Prêmio recebeu, nesta edição, 430 trabalhos, dos quais 292 foram pré-selecionados, sendo 195 imagens produzidas por câmeras fotográficas e 97 por instrumentos especiais.
Os trabalhos pré-selecionados foram submetidos à comissão julgadora para avaliação, considerando os critérios definidos no regulamento, como impacto visual, inovação, relevância da imagem para a pesquisa, contribuição para a popularização e divulgação científica e tecnológica, e qualidade estética.
Julgamento
A seleção dos vencedores foi realizada no dia 05 de abril de 2018, na sede do CNPq e cada avaliador selecionou até 6 trabalhos de cada categoria para decisão final.
Os vencedores receberão premiação em dinheiro, os valores são: 8 mil, 5 mil e 2 mil para primeiro, segundo e terceiro lugar respectivamente. A premiação acontecerá durante a 70ª Reunião Anual, de 22 a 28 de julho de 2018, no campus da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em Maceió (Alagoas).
A Comissão Julgadora do VII Prêmio de Fotografia - Ciência & Arte, designada pela Portaria CNPq nº 024/2018, foi composta por: Maristela Salvatori, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Presidente da Comissão, Fabio Lopes Olivares, da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), ksmail Norberto Xavier, da Universidade de São Paulo (USP); José Afonso Medeiros Souza, da Universidade Federal do Pará (UFPA); Maria Teresa Gomes Lopes, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM); Reginaldo Constantino, da Universidade de Brasília (UnB); e Robert Weingart Barreto, da Universidade Federal de Viçosa (UFV).
Confira abaixo a lista completa dos vencedores
CATEGORIA I
IMAGENS PRODUZIDAS POR CÂMERAS FOTOGRÁFICAS:Ambiente silvestre e antrópico
Nome/Instituição
Títulos do (a)
1º Lugar
Adriano Oliveira Maciel
Museu Paraense Emílio Goeldi - MPEGEmílio Goeldi - MPEG
Projeto de Pesquisa: ¿Herpetofauna do Parque Estadual do Utinga, Belém, Pará¿
Imagem: ¿Vida escondida¿
2º Lugar
Giselle Parno Guimarães
Universidade Federal Fluminense (UFF)
Projeto de Pesquisa: ¿Projeto Integrativo - Segurança Socioambiental (PI-SSA) - sub-rede Energias Renováveis¿
Imagem: ¿Hora do almoço¿
3º Lugar
Isabela Nicoletti de Moura
Universidade Católica de Brasília (UCB)
Projeto de Pesquisa: ¿Cerrados do Planalto Central: Estrutura, dinâmica e processos ecológicos - Ecossistemas Aquáticos: Estrutura de comunidades, biomonitoramento,qualidade da água e sedimentos - PELD¿
Imagem: ¿O arquiteto aquático¿
CATEGORIA II
IMAGENS PRODUZIDAS POR INSTRUMENTOS ESPECIAIS (ÓPTICOS, ELETROMAGNÉTICOS, ELETRÔNICOS): Lupa, microscópio, microscópio eletrônico, telescópio, imagem de satélite, raio x, ultrassom, ressonância magnética, endoscópio, colposcópio e PET Scan.
Nome/Instituição
Títulos do (a)
1º Lugar
Alexis de Sá Ribeiro do Bonfim de Melo
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Projeto de Pesquisa: ¿Identificação e caracterização de novos mediadores do citoesqueleto de actina durante a invasão celular pelas formas amastigotas extracelulares de Trypanosoma cruzi¿
Imagem: ¿Hóspedes do coração¿
2º Lugar
Isabela Hastenreiter Gonçalves de Oliveira
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Projeto de Pesquisa: ¿Composições Farmacêuticas para Uso Veterinário na Profilaxia e Tratamento de Infestações por Ectoparasitas, Contendo Fipronil ¿
Imagem: ¿Micropartículas Poliméricas contendo Fipronil¿
3º Lugar
Alice César Fassoni de Andrade
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Projeto de Pesquisa: Mapeamento da dinâmica de sedimentos em suspensão em rios e lagos da Amazônia
Imagem: ¿Águas correm e sedimentos colorem os rios e lagos da Amazônia¿
Coordenação de Comunicação do CNPq
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Qui, 10 Mai 2018 15:40:00 -0300
Presidente do CNPq participa de audiência pública na câmara do deputados
O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifíco e Tecnológico (CNPq), Mario Neto Borges, participou nesta quarta-feira, 9, da audiência publica audiência pública Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados (CCTCI).Para Neto o CNPq com seus 67 anos, sempre foi muito centrado na produção da ciência e na formação de pesquisadores, e no último ano começou uma mudança no foco. "Chegou a hora de transformar esse conhecimento em geração de riqueza para o país e também solucionar os maiores problemas dos Brasil e dos brasileiros."
"O CNPq hoje está estruturado e preparado para gerar inovação para nossas empresas se tornarem competitivas num cenário mundial", finalizou Neto.
Durante a audiência pública o ministro Gilberto Kassab e sua equipe apresentaram as principais ações, programas e prioridades do MCTIC. Kassab afirmou aos deputados que nos dois anos de sua gestão, houve importantes contribuições para o desenvolvimento do país. "Apesar da conjuntura econômica difícil que o Brasil passa, conseguimos avançar, implantar transformações e trazer benefícios para o cidadão por meio de políticas públicas."
Correios
O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, anunciou, nesta quarta-feira (9), durante audiência pública na Câmara dos Deputados, que os Correios fecharam o ano de 2017 com um lucro de R$ 667 milhões. "É uma demonstração de que, efetivamente, é possível, com muito trabalho e dedicação, transformar qualquer empresa estatal brasileira num exemplo de gestão."
É o primeiro balanço contábil positivo dos Correios desde 2013. Em 2015, por exemplo, a empresa apresentou um resultado negativo de R$ 2,12 bilhões. No ano seguinte, em 2016, a estatal teve um saldo negativo de R$ 1,48 bilhão.
A reversão dos números negativos ocorre depois da adoção de uma série de medidas, desde 2016, como revisão de contratos, racionalização de custos com pessoal, revisão do custeio de saúde e o redesenho da rede de agências de atendimento.
"Esse trabalho mudou o patamar da empresa Correios que, a partir de agora, pode ser saudável e prestar bons serviços à população", afirmou Kassab.
O balanço contábil de 2017 foi aprovado pelo Conselho Fiscal dos Correios e será submetido nesta quinta-feira (10) à deliberação do Conselho de Administração da empresa.
Durante a audiência na Câmara, o presidente dos Correios, Carlos Fortner, explicou aos deputados que o saldo positivo alcançado é resultado de medidas corajosas, que foram adotadas com apoio significativo dos empregados. "Temos mais de 100 mil funcionários. Sem o esforço e o comprometimento dos empregados jamais se chegaria a um resultado como esse."
Carlos Fortner lembrou que as mudanças começaram há cerca de dois anos, quando o ex-presidente da empresa Guilherme Campos Júnior tomou uma série de iniciativas que, agora, começam a mostrar seus primeiros resultados. "O objetivo único de todo esse esforço é melhorar a qualidade do serviço e o atendimento ao cliente."
Fortner ressaltou a importância dos Correios, uma empresa com 356 anos de existência, que desempenha um papel relevante na integração nacional.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq (Com informações do MCTIC)
Foto: Marcelo Gondim
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Ter, 08 Mai 2018 08:08:00 -0300
Start-Up movimenta mercado de venda de passagens
Para solucionar dificuldades financeiras na hora de viajar, a empresa mineira MaxMilhas oferece aos clientes sua plataforma de compra de passagens aéreas, para as pessoas que buscam gastar pouco, e venda de milhas acumuladas do cartão de crédito. A empresa é fruto de apoio do CNPq por meio do Programa Start-Up Brasil do MCTIC.Para solucionar dificuldades financeiras na hora de viajar, a empresa mineira MaxMilhas oferece aos clientes sua plataforma de compra de passagens aéreas, para as pessoas que buscam gastar pouco, e venda de milhas acumuladas do cartão de crédito. A empresa é fruto de apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) por meio do Programa Start-Up Brasil do Ministério da Ciência Tecnologia Inovações e Comunicações (MCTIC). Ao ser contemplado pelo programa, o projeto contou com a orientação da aceleradora 21212, que permitiu contratar desenvolvedores e programadores para aprimorar seus serviços.
Segundo Max Oliveira, CEO e fundador da MaxMilhas, o apoio do CNPq foi decisivo para o amadurecimento e desenvolvimento pleno da empresa. "Foi no Start-up Brasil que a MaxMilhas conseguiu o apoio necessário de mão de obra tecnológica, e visibilidade para desenvolver o negócio até um patamar mais maduro", afirma Oliveira.
Desde o inicio do lançamento de um novo segmento no mercado aéreo, empresa enfrenta desafios constantes como explicar a nova cultura da empresa para os clientes, transmitir credibilidade, e fortalecer-se pelo seu propósito. Apesar dos desafios próprios do desconhecimento sobre o mercado em expansão, a empresa dobrou a receita operacional, assim como o crescimento de 60% nas transações realizadas. A MaxMilhas gera receita a partir da taxa de serviço cobrada dos compradores, e também sobre a comissão cobrada dos vendedores.
Para comprar passagens na plataforma basta escolher o destino, a data de ida e volta (ou somente ida), o número de passageiros e fazer a busca. Se o melhor preço for oferecido pela companhia aérea, o site redireciona a compra para a companhia, caso contrário, se a melhor opção for via MaxMilhas basta selecionar o voo. Para vender milhagens na plataforma, os interessados devem informar quantas milhas deseja vender e escolher, com base nas ofertas dos outros ofertantes, o valor para cada 1.000 milhas.
Segundo o CEO da empresa, possibilitar o vendedor definir o preço das milhas é o diferencial da empresa. "Somos a única empresa que permite que o vendedor escolha o preço das milhas que deseja vender, transformando-o assim no protagonista dessa negociação. Assim como possibilitar pessoas que não tem cartão de crédito ou estão sem limite no cartão no momento consigam comprar com facilidade por meio de transferência bancária", explica o empresário.
O Programa Start-Up Brasil
O Start-Up Brasil, Programa Nacional de Aceleração de Startups, é uma iniciativa do governo federal, criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), com gestão da Softex e em parceria com aceleradoras, para apoiar as empresas nascentes de base tecnológica.
As startups cumprem com a função de continuamente revitalizar o mercado, mas precisam de um ambiente propício para que se desenvolvam e tenham sucesso. A figura da aceleradora surge nesse contexto como um agente fortemente orientado ao mercado, geralmente de origem privada e com capacidade de investimento financeiro, que tem a função de direcionar e potencializar o desenvolvimento das startups.
São oferecidos R$ 200 mil por ano para cada startup, repassados na forma de bolsas para pesquisa e desenvolvimento, concedidas pelo CNPq. Essas bolsas serão concedidas para os profissionais indicados pela startup e terão seus valores mensais depositados na conta corrente destes profissionais. Para que estejam aptos a receber as bolsas, será necessário que os candidatos se enquadrem nos critérios de formação acadêmica e experiência profissional específicos para a categoria de bolsa pretendida. Estes critérios estão detalhados no edital de seleção das startups.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Qua, 02 Mai 2018 11:39:00 -0300
PDDC: Convocação para entrevistas
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) torna pública a lista de candidaturas elegíveis no âmbito da Chamada do Programa de Divulgação e Disseminação Científica (PDDC).
Os candidatos aprovados nessa etapa devem confirmar a presença na entrevista, que acontecerá entre os dias 8 e 10 de maio, na sede do CNPq, em Brasília. A confirmação deve ser encaminhada para o e-mail comunicacao@cnpq.br
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Qua, 02 Mai 2018 09:10:00 -0300
Conheça o vencedor do FameLab Brasil
Na última sexta-feira, 27 de abril, o vencedor do FameLab Brasil 2018 foi anunciado em uma final acirrada e com auditório cheio, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.
Após apresentações ao vivo para a comissão julgadora do evento, o estudante de pós-graduação em Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (USP), Guilherme Telles, conquistou o prêmio e irá representar o Brasil na etapa internacional, em junho, na Inglaterra.
Com estudos em biodinâmicos da educação física e esporte, com enfoque em adaptações moleculares ao treinamento físico, Guilherme candidatou-se ao FameLab com um vídeo em que, com bastante espontaneidade e segurança, explicou a epigenética, relacionando os hábitos alimentares e de atividades físicas a condições de saúde.
A final contou com 11 candidatos, selecionados a partir dos 30 melhores vídeos escolhidos pelos organizadores para participar da semi-final, que aconteceu no dia 24 de abril. Quatro semi-finalistas eram bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Presente no evento, o Diretor de Ciências Agrárias Biológicas e da Saúde do CNPq, Marcelo Morales, ressaltou a grandeza da competição, considerada a maior competição mundial de divulgação científica. "É incrível ver o auditório do Museu do amanhã lotado para ver pesquisadores falando de ciência de forma inusitada e criativa! Esse é o Brasil que todos queremos!", enalteceu Morales.
Para a jornalista da Fiocruz e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Cláudia Jurberg, que compôs a comissão julgadora, a final do FameLab foi mágica. "Tanto nas performances dos candidatos como pela reação da plateia, inclusive das crianças fascinadas pelos diversos temas científicos apresentados de formas tão variadas, interessantes e divertidas", reforçou Claudia, bolsita de Produtividade em Pesquisa do CNPq, lembrando do comentário que ouviu de uma criança, ao sair do evento, dizendo que aquele tinha sido o melhor dia de sua vida. "Um comentário que vale mais do que qualquer nota ou colocação", afirmou.
"O certo é que todos os finalistas são vencedores, pois conseguiram tocar mentes e corações e transformar a ciência em algo compreensível pela sociedade", completou a pesquisadora.
Lançado em 2004 pelo Festival de Ciência de Cheltenham, na Inglaterra, o FameLab tem como objetivos promover a aproximação entre cientistas e público em geral e incentivar o desenvolvimento de competências de comunicação entre pesquisadores. Em 2018, a competição acontece pela terceira vez no Brasil, organizada pelo British Council em parceria com o CNPq, a Confap, a Fapesp e o Museu do Amanhã.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Qui, 26 Abr 2018 18:45:00 -0300
Chamada Abelha: resultado final de elegibilidade
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgou o resultado final da verificação dos critérios de elegibilidade da Chamada CNPQ/MCTIC/IBAMA/ASSOCIAÇÃO ABELHA Nº 32/2017.
Lançada em dezembro de 2017, a Chamada tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos de pesquisa na área de insetos polinizadores.
Confira aqui o resultado.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Qua, 25 Abr 2018 15:33:00 -0300
Estudo com células-tronco aponta promessa terapêutica para diversas doenças
A malignidade tumoral tem sido associada à presença de células-tronco cancerígenas, sendo que, quanto maior a presença de tais células, mais agressivo o tumor é classificado, refletindo em um pior prognóstico para o paciente. Este é um dos principais resultados da pesquisa desenvolvida pelo professor da USP, Alexander Henning Ulrich, bolsista PQ do CNPqA malignidade tumoral tem sido associada à presença de células-tronco cancerígenas, sendo que, quanto maior a presença de tais células, mais agressivo o tumor é classificado, refletindo em um pior prognóstico para o paciente. Este é um dos principais resultados da pesquisa desenvolvida pelo professor da Universidade de São Paulo (USP), Alexander Henning Ulrich, também bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e líder do Laboratório de Neurociências[1], certificado pela USP junto ao Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil, [2], do CNPq.

Prof. Alexander Henning Ulrich no Laboratório da USP (Foto: IQ/USP)
A pesquisa envolveu o estudo sobre Células-tronco (CT), "que são células com capacidade de auto-renovação e que, devido às suas características, nos últimos anos, têm surgido como uma importante promessa terapêutica para diversas doenças", explica o professor Ulrich. As CT encontradas nos tumores têm sido apontadas como responsáveis pela iniciação e crescimento tumoral, resistência às terapias clássicas e, pela volta da doença depois do tratamento (recidiva).
Ulrich esclarece que no laboratório foi estudado o papel das cininas ("mensageiros" gerados no sangue) e das purinas (moléculas produzidas no organismo) sobre as células-tronco a fim de que essas moléculas possam ser utilizadas como terapia para doenças neurodegenerativas.
Os receptores de cininas estão localizados na superfície das células e esses receptores são responsáveis por captar e reconhecer a presença das cininas no tecido. As cininas, por sua vez, são moléculas que, ao ligar-se aos receptores, promovem vários modificações nas células. "Entre estes efeitos, nosso grupo mostrou que a bradicinina (uma cinina) favorece a formação de novos neurônios a partir de células-tronco, em um processo denominado neurogênese", aponta Ulrich.
Estas recentes descobertas abrem novas perspectivas para um efeito benéfico das cininas em doenças do sistema nervoso, tais como Parkinson, esclerose lateral amiotrófica e Alzheimer. Além disso, explica o pesquisador, "as cininas e seus receptores também apresentam perspectiva de tratar tumores do sistema nervoso, já que foi mostrado seu papel na indução da diferenciação de células de cânceres, ou seja, elas seriam transformadas e remediadas, freando assim, o crescimento tumoral".
Indagado sobre o porque das células-tronco de origem tumoral serem responsáveis pelo desenvolvimento de tumores, o professor Ulrich revela que as células tronco de origem tumoral, ao se proliferarem, são capazes de auto-renovar, gerando mais células-tronco, e também de diferenciar em outros tipos celulares encontrados no tumor, como, por exemplo, células endoteliais que dão origem a vasos sanguíneos, o que acaba por ajudar a nutrir o tumor, bem como seu crescimento.
Nesse estudo também foi abordado o desenvolvimento de aptâmeros (moléculas formadas de DNA) que se ligam à superfície de células tumorais, e que servem para antecipar a identificação da malignidade do tumor e podem, desta forma, ajudar na escolha antecipada de uma terapia adequada para aquele tipo de tumor.
O professor Ulrich explica que os aptâmeros, como ligantes específicos, podem futuramente ser utilizados não só para identificar e quantificar a presença de células-tronco em amostras tumorais, mas também determinar a sua malignidade.
A próxima etapa da pesquisa, explica o pesquisador, seria demonstrar a aplicação dos aptâmeros também como promissora ferramenta terapêutica, já que são capazes de carregar e entregar drogas quimioterápicas ao tumor de maneira mais específica que a terapia convencional. Esse procedimento poderá ajudar a minimizar os efeitos colaterais associados ao tratamento dos pacientes, pois levaria a droga para célula cancerígena alvo do tratamento, poupando o restante do organismo.
A equipe do professor Ulrich atestou que aptâmeros possuem ação comprovada em células tumorais de pulmão. Todavia, em células tronco tumorais de glioblastoma (tumor maligno mais comum no cérebro), os experimentos continuam para comprovar a ação dos aptâmeros.
A pesquisa, cujo título é "Células-tronco: dos papéis de receptores de cininas e purinas às aplicações terapêuticas em doenças do sistema nervoso", gerou um registro de patente[3] e contou com recursos da Chamada "Pesquisa Translacional em Terapia Celular", da ordem de R$ 150 mil em custeio e R$ 96 mil em bolsas. A Chamada foi uma parceria do CNPq com o Departamento de Ciência e Tecnologia[4], do Ministério da Saúde.
Coordenação de Comunicação do CNPq