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Sex, 13 Jan 2023 16:32:00 -0300
Migração Portal
Acesse o novo Portal do CNPqDesde dezembro de 2020, o endereço do Portal do CNPq mudou para:
https://www.gov.br/cnpq
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Seg, 07 Dez 2020 12:31:00 -0300
Programa Ciência no Mar ganha mais recursos com adesão da Marinha
Parceria entre CNPq e Marinha proporcionou a suplementação de R$ 2 milhões para 4 projetos da Chamada de apoio à Pesquisa e Desenvolvimento para Enfrentamento de Derramamento de Óleo na Costa Brasileira - Programa Ciência no Mar. Com essa adesão, a iniciativa apoiará 11 projetos, totalizando R$ 6 milhões, recursos da Marinha e do MCTI.Parceria firmada entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Marinha do Brasil proporcionou a suplementação de R$ 2 milhões à Chamada CNPq/MCTIC Nº 06/2020 - Pesquisa e Desenvolvimento para Enfrentamento de Derramamento de Óleo na Costa Brasileira - Programa Ciência no Mar, com apoio a novos quatro projetos. Com essa adesão, a iniciativa apoiará 11 projetos, totalizando R$ 6 milhões em investimentos. Além da Marinha, os recursos serão investidos pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).
A chamada foi lançada com o objetivo de selecionar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação relacionados ao derramamento de óleo ocorrido a partir de agosto de 2019 na costa brasileira que visem contribuir significativamente para o Programa Ciência no Mar.
Nesta segunda, 07, às 14h, a Marinha realizará a 1ª Sessão Ordinária da Comissão Técnico-Científica para o Assessoramento e Apoio das atividades de Monitoramento e a Neutralização dos Impactos decorrentes da Poluição Marinha por Óleo e outros Poluentes na Amazônia Azul, com a participação do Presidente do CNPq, Evaldo Vilela. Saiba mais.
Veja aqui o resultado final completo.
Importância litorânea para o Brasil
O recente desastre de derramamento de óleo na costa brasileira em 2019 demonstrou a importância de ações públicas embasadas no melhor conhecimento científico disponível, a fim de que as iniciativas de remediação reduzam os prejuízos para a biodiversidade e para a saúde humana. Além disso, ressaltou a necessidade de evidências científicas na proposição de medidas que busquem a prevenção a novos acidentes que possam colocar em risco a qualidade de vida da ocupação humana ao longo da costa brasileira.
Estima-se que mais de 26% da população brasileira resida na zona costeira, sendo o litoral a área protagonista no histórico processo de ocupação do território nacional. A importância litorânea pode ser expressa pelo recorte federativo brasileiro: são 17 Estados e 274 Municípios defrontantes com o mar, e 16 das 28regiões metropolitanas existentes no País. O Brasil possui diversas ilhas costeiras, inclusive abrigando capitais (São Luís, Vitória e Florianópolis), além de ilhas oceânicas que representam pontos importantes do território nacional (Fernando de Noronha, o Arquipélago de São Pedro e Trindade e Martim Vaz, e o Arquipélago de Abrolhos).
Grande parte do comércio internacional, da exploração do petróleo, da atividade pesqueira e de turismo está relacionada com o mar brasileiro. Relevante também é a riqueza da biodiversidade marinha e costeira do País, que deve ser preservada como importante ecossistema para a manutenção da vida. Além disso, o Brasil possui 26,3% de sua Zona Econômica Exclusiva protegida dentro de unidades de conservação, que devem também ser pólos-modelo para medidas de conservação e uso sustentável.
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Qui, 26 Nov 2020 17:37:00 -0300
CNPq divulga resultado preliminar da Chamada nº 25/2020
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulga o resultado preliminar da Chamada nº 25/2020 - Apoio à Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação: Bolsas de Mestrado e Doutorado.O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulga o resultado preliminar da Chamada nº 25/2020 - Apoio à Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação: Bolsas de Mestrado e Doutorado.
Esta chamada promove a redistribuição das bolsas retidas ao final de sua vigência no período do 1 de julho a 30 de dezembro de 2020, iniciando a diretriz de realinhamento da concessão de bolsas de pós-graduação à missão precípua do CNPq. Esta iniciativa, em concepção desde 2019, prevê uma transição gradual do sistema antigo de quotas de bolsas ao novo sistema de concessão por meio de projetos institucionais de pesquisa. Tais projetos são apresentados pelos programas de pós-graduação e aglutinam de forma global o direcionamento da pesquisa nos respectivos cursos. A concessão baseia-se numa avaliação de mérito dos projetos, feita por comitês de especialistas.
O resultado preliminar garante a manutenção de bolsas encerradas no período citado, na proporção prevista no item 5 da Chamada, em programas de pós-graduação estabelecidos. Além disso, houve entrada de novos programas no sistema. Os projetos são avaliados por mérito e são aprovados a partir de disponibilidade orçamentária do CNPq.Ressalta-se que não houve nenhuma redução de bolsas no sistema do CNPq; a mesma concessão anual de cerca de R$ 400 milhões em bolsas de mestrado e doutorado está mantida. Uma segunda chamada dessa natureza será lançada brevemente, considerando as bolsas a vencer no próximo semestre.
O CNPq informa que o período de interposição de recurso administrativo ao resultado preliminar é de 25 de novembro a 4 de dezembro de 2020.
Demanda
Do total de 1.595 propostas recebidas de Cursos de Mestrado, 380 são cursos que já contam com bolsas do CNPq e que possuem bolsas vencendo entre 1° de julho a 31 de dezembro de 2020, enquadrando-se nos itens 5.3.1 e 5.4.1 da Chamada. Outras 628 propostas são de Cursos de Mestrado que contam com bolsas do CNPq, mas que vencem a partir de janeiro de 2021. Já outros 587 Cursos de Mestrado, por sua vez, não contam, na atualidade, com o apoio do CNPq em bolsas de mestrado.
Dos Cursos de Doutorado que submeteram propostas à Chamada, 277 já contam com bolsas do CNPq e possuem bolsas vencendo no período de 1° de julho a 31 de dezembro de 2020; 483 possuem bolsas vencendo a partir de janeiro de 2021, e 794 são Cursos de Doutorado que não contam com o apoio do CNPq em bolsas de doutorado.
Veja aqui o resultado preliminar.
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Sex, 12 Jan 2018 14:50:00 -0200
Inscrições para o VII Prêmio Fotografia-Ciência e Arte seguem abertas até dia 19 de janeiro
Pesquisadores que trabalham com registros fotográficos de suas pesquisas podem se inscrever no VII Prêmio Fotografia-Ciência e Arte até o dia 19 de janeiro de 2018.
São premiados os três primeiros colocados em duas categorias: Imagens produzidas por câmeras fotográficas: Ambiente Natural e Antrópico e Instrumentos especiais: Lupa; Microscópio; Microscópio eletrônico; Telescópio; Imagem de satélite; Raio x; Ultrassom; Ressonância magnética; Endoscópio; Colposcópio e PET Scan e tomografia computadorizada.
O primeiro lugar de cada categoria recebe R$ 8 mil. O segundo e o terceiro recebem, respectivamente, R$ 5 mil e R$ 2 mil. Além disso, o primeiro colocado de cada categoria participará da 70ª Reunião Anual da SBPC, em julho de 2018, que acontecerá em Alagoas.
Mais informações e inscrições na página do Prêmio na internet.
O Prêmio
O objetivo do Prêmio de Fotografia - Ciência & Arte é fomentar a produção de imagens com a temática de Ciência, Tecnologia e Inovação, contribuir com a divulgação e a popularização da ciência e tecnologia e ampliar o banco de imagens do CNPq.
Foi concebido em 2011, como um marco para a criação do acervo de imagens relativas à produção e à criação técnica e cientifica brasileira.
O Prêmio revela talentos e traz uma tendência relativamente recente no âmbito acadêmico científico mundial de associar as tecnologias tradicionais e inovações eletrônico-digitais à produção de imagens com temas sobre a pesquisa científica, tanto quanto objeto como produto de estudos e análises fundamentados na ciência.
Nas seis edições realizadas o Prêmio recebeu 4.196 inscrições. Foram premiados 40 trabalhos, oriundos de todas as regiões do país, notadamente 33 da Sudeste, 8 da Sul, 3 da Centro-Oeste, 3 da Nordeste e 3 da Norte.
O Prêmio pretende consolidar o objetivo de promover a popularização e a divulgação científica e tecnológica, mediante o uso e incentivo da produção de imagens no ambiente de pesquisa no Brasil.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Qua, 03 Jan 2018 06:00:00 -0200
Nova tecnologia identifica presença de mercúrio no ar
Uma pesquisa conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pelo Instituto Socioambiental (ISA) constatou que algumas aldeias indígenas chegam a ter 92% de sua população contaminada por mercúrio. Neste caso, boa parte da contaminação se dá pela água, por meio da presença do metal em peixes consumidos pelos indígenas. Contudo, os pesquisadores lembram que o mercúrio presente no ar também é um agravante para a situação.
E foi com foco nesse mercúrio no ar que pesquisadores da Unicamp, em parceria com a Universidade de Victoria (Canadá) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), desenvolveram um amostrador capaz de medir a quantidade de mercúrio presente no ar e, assim, verificar se uma determinada área está contaminada com o metal. Enriquecido com nanopartículas de ouro em vidro poroso, o dispositivo tem o tamanho de um botão e, em contato com o mercúrio, tem sua coloração modificada.
O professor Ítalo Odone Mazali, do Instituto de Química (IQ) da Unicamp e pesquisador de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), é um dos responsáveis pelos estudos. Ele diz que embora o foco da tecnologia seja a contaminação presente no ar, ela poderia ser utilizada, por exemplo, para avaliar a exposição ao mercúrio de populações que vivem ao redor do Rio Xingu, na região Amazônica. "Eles não estão explorando o ouro, mas estão em uma área próxima da exploração e o mercúrio acaba chegando lá".
Já a pesquisadora estrangeira, também do IQ da Unicamp, Anne Helene Fostier, informa que a população mais exposta ao mercúrio gasoso são os garimpeiros. "Mas esse mercúrio lançado no ar vai ser depositado à curta, média ou longa distância, a milhares de km. Quando o mercúrio é depositado na água, ele acaba sendo incorporado à cadeia alimentar", conta a professora.
A tecnologia pode auxiliar no controle da saúde da população que reside no entorno de regiões onde há mineração de ouro. A ideia é que os trabalhadores do setor de mineração passem a utilizar o dispositivo acoplado a suas roupas. A pesquisa foi divulgada, no último dia 28 de novembro, pelo periódico científico Scientific Reports, publicação do grupo Nature.
Colocado à prova, o sensor já foi testado por trabalhadores de uma mineração e mostrou ser bastante eficiente. Os testes comprovaram que a exposição ao mercúrio gasoso era superior à quantidade estabelecida pela OSHA (Occupational Safety and Health Administration). De acordo com o órgão, o limite máximo de exposição permitida para o vapor de mercúrio é de 0,1 mg/m3 de ar. Em campo, a pesquisa constatou a presença de 30 a 555 nanogramas de mercúrio, número bem superior ao estipulado pela OSHA.
Com participação do professor Elias de Barros Santos, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e ex-bolsista do CNPq, durante seu projeto de pós-dourado pela Universidade de Victoria, os testes foram realizados em uma mina de Burkina Faso, na África, em um ambiente bem contaminado. Durante a extração artesanal de ouro, os mineiros usam mercúrio como amalgamador (utilizado na separação de ligas metálicas). "Depois disso, para separar o ouro da amálgama, é preciso que essa mistura seja aquecida a 400 graus Celsius. Esse aquecimento faz com que o mercúrio evapore e seja inalado pelos trabalhadores", afirma Santos.
Os docentes salientam que a situação precária e insalubre a que os profissionais da mineração são expostos, sem nenhum tipo de preparo para lidar com a exposição ao mercúrio, é um problema mundial. "A estimativa é que existam 20 milhões de pessoas, espalhadas pela América Latina, África e Ásia, trabalhando nessas condições. O ambiente é bem inóspito. Além disso, tem famílias com crianças que vivem nesses garimpos e que estão expostas a esse ambiente", alerta Santos.
Dentre os problemas de saúde ocasionados pela contaminação por mercúrio, estão o nervosismo, ansiedade, irritabilidade, mudanças de humor, agressividade, confusão mental, insônia, lapsos de memória, enxaqueca, alucinações, tendência a cometer suicídio, tontura e labirintite.
Hoje em dia não há tecnologia semelhante no mercado. "Os sistemas que medem o mercúrio na atmosfera, hoje, são muito mais sofisticados, mais caros e que precisam de uma fonte de energia fixa e de gases especiais para funcionar, permitindo uma única medida naquele momento", completa Anne Helene Fostier.
Além de ser um amostrador portátil e que permite obter resultados em poucos minutos, a tecnologia tem como diferencial o fato de ser barata e reutilizável. Os responsáveis pelos estudos estimam o custo para obtenção do dispositivo em menos de 2 dólares. "O sensoriamento é fácil, sendo necessário apenas um celular e um programa que faça convolução em RGB, permitindo acompanhar o nível de exposição total", afirma Mazali.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq, com informações do Jornal da Unicamp
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Sex, 29 Dez 2017 18:11:00 -0200
Prospecção de ensaios clínicos: resultado preliminar e novas datas
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq divulgou, nesta sexta-feira, o resultado preliminar do Chamamento Público nº 14/2017 - Prospecção de Ensaios Clínicos e Pré-Clínicos.
A chamada buscou identificar ensaios pré-clínicos concluídos, ou em fase de conclusão, e ensaios clínicos fases I, II ou I/II, em andamento ou finalizados, que apresentem potencial de desenvolvimento de tecnologias em saúde estratégicas para o SUS e que contribuam com o complexo industrial da saúde, para eventual financiamento.
Foi anunciado, também, um novo calendário para as próximas fases do edital:
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Qui, 28 Dez 2017 17:25:00 -0200
CNPq antecipa pagamento de bolsas
Em um esforço do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação - MCTIC, que antecipou os valores a serem repassados em janeiro de 2018, os bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq receberam pagamento antecipado que deveria ser efetuado no início de janeiro de 2018. O repasse soma por volta R$ 100 milhões
Os beneficiários de bolsa no país receberam um montante aproximado de 82 milhões, nas diversas modalidades. As bolsas no exterior, com pagamento realizado no início de cada trimestre, receberam os valores referentes a esses vencimentos, que somam R$ 17 milhões.
Dessa forma, o CNPq contemplou aproximadamente 90 mil bolsistas que já têm assegurados a mensalidade de janeiro referente ao mês de dezembro. O Presidente do CNPq em tom de brincadeira faz o alerta aos bolsistas "Não é décimo terceiro, apenas um adiantamento do CNPq com votos de Feliz 2018. Após um ano de incertezas, os bolsistas merecem", comentou o presidente do CNPq, Mario Neto Borges, brincando ao lembrar que as normas de bolsas não preveem pagamento de 13º.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Qua, 27 Dez 2017 17:52:00 -0200
CNPq paga segunda parcela do Universal 2016
Com o repasse de R$ 65 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), realizado este mês pela FINEP, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) efetuará o pagamento da segunda parcela aos projetos aprovados pela Chamada Universal 2016.
Os valores complementam os R$ 50 milhões já pagos pelo CNPq totalizando mais da metade dos recursos previstos pela Chamada. O pagamento será feito, prioritariamente, às propostas contempladas na Faixa A, de até R$ 30 mil. Isso significa que todos os projetos dessa faixa receberão integralmente os valores aprovados. Ao todo, serão quitados 2.295 projetos aprovados, mais da metade dos 4.514 contemplados pelas três faixas da Chamada.
"Decidimos priorizar a Faixa A porque, assim, conseguiríamos concluir o pagamento integral à maioria dos projetos aprovados, refletindo a preocupação em garantir a continuidade das pesquisas contratadas, proporcionando ao pesquisador a tranquilidade necessária para executar seu projeto", explicou o presidente do CNPq, Mario Neto Borges.
Para o professor da Universidade de Brasília (UnB), do Departamento de Serviço Social, Reginaldo Guiraldelli, coordenador do projeto Condições de trabalho e saúde de assistentes sociais na sociedade contemporânea, aprovado na Faixa A, os recursos do Universal são fundamentais para a execução de pesquisas acadêmicas e científicas. "O apoio é imprescindível para jovens pesquisadores, se fazendo necessária sua manutenção e ampliação, no sentido de contemplar as demandas e contribuir para o avanço da ciência no país", completou.
A médica Angelica Amato, do Laboratório de Farmacologia Molecular da UnB, também reforça que esse aporte de recursos financeiros será essencial ao andamento dos projetos de pesquisa já contemplados, especialmente considerando a situação financeira atual do País e o período de tempo entre a elaboração do projeto de pesquisa, o resultado da seleção e a disponibilização do recurso. "Além disso, deste recurso depende a continuidade da formação dos estudantes de pós-graduação", finalizou.
A Chama Universal de 2016 prevê um total de R$ 200 milhões, sendo R$ 50 milhões do CNPq e R$ 150 milhões do FNDCT. As propostas foram contemplas em três faixas: além da A; a Faixa B, para projetos de até R$ 60 mil; e a Faixa C, para projetos de até R$ 120 mil. Os resultados foram divulgados em dezembro de 2016.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Ter, 26 Dez 2017 11:50:00 -0200
Pesquisadores desenvolvem bicicleta elétrica sustentável
Um misto de bicicleta, patinete e moto é a invenção que promete ajudar em muito a mobilidade urbana. Com o apoio financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), um grupo de engenheiros, coordenado pelo pesquisador Yuri Berezovoy Assis, desenvolveu o projeto com o objetivo de criar um produto que servisse como transporte alternativo e sustentável principalmente nas grandes cidades.
Batizada com o nome comercial de SURFER, este veículo leve de duas rodas é movido à energia elétrica ou propulsão humana assistida com energia elétrica, que atende a legislação de bicicletas elétricas e que pode também ser conduzido como um ciclomotor/ciclo-elétrico caso o condutor tenha habilitação categoria A. O funcionamento como ciclo-elétrico ou bicicleta elétrica é alternado através de uma interface homem-máquina, onde limitações de potência e velocidade definem a conformidade com a legislação.
"A SURFER é um produto legitimamente de engenhosidade brasileira!", diz entusiasmado Yuri Berezovoy Assis, um dos fundadores da Guell Tecnologia e Engenharia - empresa fundada por engenheiros e administradores focada em prestação de serviços de engenharia para o desenvolvimento de novos produtos, localizada em Salvador, BA. Foi a Guell que desenvolveu a SURFER, uma empresa acelerada pelo ACELERA CIMATEC de Salvador e participante do programa STARTUP Brasil do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTI), o mais importante do gênero no país.
Foi por meio do apoio às Startups que se deu o financiamento do CNPq, de cerca de R$ 192 mil, pela Chamada CNPQ/MCTI/SEPIN 12/2014 - PROGRAMA START-UP BRASIL/Start-Up Brasil 2014.
Além do CNPq, a pesquisa e o desenvolvimento da SURFER foram financiados com recursos de fundos privados e editais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) e SENAI. A montagem dos quadros é feita em São Paulo. O marketing e comercialização são planejados no Rio de Janeiro e os estúdios de design ficam em São Paulo, Rio e em Londres.
Desde setembro de 2017, interessados podem reservar o seu SURFER no site https://www.gosurfer.com.br/.
Especificações técnicas
A SURFER possui quadro em alumínio, freios a disco mecânicos, motor elétrico na roda traseira e potência do motor de 1000W. A autonomia é de 15-20km (bateria 480Wh), 20-30km (bateria 720Wh) e 35-50km (bateria lítio 920Wh). A velocidade máxima é de 49km/h. A recarga é feita entre 3-5 horas (recarga típica), até 6 horas (bateria 480Wh) e até 8 horas (baterias de 720Wh ou 920Wh). O tempo de recarga varia com a idade e uso da bateria, temperatura ambiente e modelo do carregador. O peso é de 34kg para bateria lítio 920Wh, 38kg para bateria de 480Wh e de 45kg para bateria de 720Wh. A capacidade de carga é de cerca de 100kg.
Mais informações podem ser obtidas nos links: https://youtu.be/FxRiV2o2dlo ou https://www.gosurfer.com.br/videoteca
Coordenação de Comunicação Social
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Sex, 22 Dez 2017 15:19:00 -0200
CNPq divulga alterações de calendário para três chamadas
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou novas datas do calendário referente às chamadas de inserção de pesquisadores em empresas incubadas; de prospecção de ensaios clínicos e pré-clínicos; e de bolsas especiais.
A primeira teve alteração no prazo de inscrições e as outras duas na divulgação de resultados.
Confira abaixo.
Chamada Pública Nº 31/2017 - Apoio à Inserção de Pesquisadores nas Empresas Incubadas: as inscrições seguem ate o dia 26/01/2017
NOVO CRONOGRAMA
Data limite para submissão das propostas
26/01/2018
Julgamento
19/02/2018
Divulgação do Resultado preliminar
26/02/2018
Prazo para interposição de recurso
08/03/2018
Divulgação Final das propostas aprovadas
26/03/2018
Chamamento Publico MS-SCTIE-Decit/MCTIC-SEPED-DEPPD / CNPq nr. 14/2017 ¿ Prospecções de ensaios clínicos e pré-clínicos: a divulgação do resultado preliminar ocorrerá no dia 26/12/2017.NOVO CRONOGRAMA
Divulgação do resultado preliminar
26/12/2017
Prazo para recurso
05/01/2018
Resultado Final
22/01/2018
Cronograma 3 de 2017 - Bolsas Especiais: resultados até 15 de janeiro de 2018
NOVO CRONOGRAMA
Divulgação dos resultados
Até 15/01/2018
Prazo para solicitação de reconsiderações
Até 25/01/2018
Prazo para analise das reconsiderações
Até 16/03/2018
Divulgação dos resultados das reconsiderações
Até 26/03/2018
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Qui, 21 Dez 2017 18:32:00 -0200
Divulgado resultado da chamada TWAS 2017
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) acaba de divulgar o resultado da Chamada 03/17 que selecionou jovens pesquisadores de doutorado e pós-doutorado provenientes de países em desenvolvimento para realizar parte de sua formação em instituições de ensino e pesquisa brasileiras.
Fruto de um acordo entre o CNPq e a Academia Mundial de Ciências (TWAS), em 2004, esta é uma ação de atração de jovens pesquisadores estrangeiros para atuar em programas de pós-graduação no Brasil, colaborando para ampliar o grau de internacionalização das universidades brasileiras e aumentando as redes de colaboração dos grupos de pesquisa brasileiros.
Foram selecionados 20 bolsistas de Doutorado Pleno e 10 de Pós-Doutorado. O CNPq é responsável pelo pagamento das mensalidades no país, Taxa de bancada e Auxílio-Deslocamento, enquanto a TWAS se responsabiliza pelas despesas com visto até o valor de US$ 250. Esta Chamada foi orçada em R$ 3.030.240,00, com implementação das bolsas em 2018, e orçamento para Auxílio-deslocamento estimado em, no máximo, US$ 151,260.00.
A TWAS, fundada em 1983, sob a liderança do vencedor do Nobel de física, o paquistanês Abdus Salam, aliada a um grupo de cientistas e pesquisadores determinados a fomentar a pesquisa científica nos países em desenvolvimento, também é apresentada como sendo um dos programas da UNESCO e, ainda, uma organização internacional e intergovernamental. Seu principal objetivo é promover a capacitação e excelência para o desenvolvimento sustentável nos países do hemisfério sul. A sede está localizada no Centro Internacional de Física Teórica Abdus Salam (em inglês, ICTP), em Trieste, na Itália.
Nestes 12 anos de existência, 339 bolsistas, de 31 países diferentes, já passaram pelo Programa. Até o momento, foram concedidas 200 bolsas de doutorado, 86 de pós-doutorado e 53 de doutorado sanduíche. O continente que concentra a maior participação é o asiático, sobretudo devido à presença constante e maciça de candidatos oriundos do Paquistão, país de Abdus Salam. A África é a segunda região, vindo logo atrás a América Latina.
Os resultados estão disponíveis na página da Chamada no Portal do CNPq
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Seg, 18 Dez 2017 18:05:00 -0200
Descoberto detalhe que possibilita a fecundação das plantas
Pesquisa coordenada pelo bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Daniel Scherer Moura, resultou em um importante achado para os estudos da fecundação das plantas. O grupo identificou as proteínas que mantém a integridade do tubo polínico, preservando o material genético masculino.
A fecundação das plantas depende de o grão de pólen ser liberado por uma flor, alcançar outra flor da mesma espécie, e só então fertilizar seu óvulo. Nessa jornada, o grão de pólen - para proteger o material genético masculino que carrega - precisa crescer, se alongar, e virar o que os cientistas chamam de tubo polínico. Até agora, não se sabia exatamente como essa parte da fertilização acontecia.
O estudo que gerou a recente descoberta contou com pesquisadores da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ - USP) e de mais cinco universidades e foi publicado na revista Science.
Veja o vídeo completo, produzido pelo Canal USP, com mais informações sobre a pesquisa, contando com a participação do Professor Daniel Moura e da pesquisadora Tábata Bergonci, ex-bolsista de doutorado do CNPq, sob orientação de Moura.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq com informações da USP
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Seg, 18 Dez 2017 17:46:00 -0200
Cronograma da Chamada 12/2017 - Bolsas PQ tem mudanças
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou, nesta segunda-feira, 18, novas datas do calendário referente à Chamada CNPq Nº 12/2017 - Bolsas de Produtividade em Pesquisa - PQ
Conheça os novos prazos:
Divulgação do Resultado preliminar do julgamento no Diário Oficial da União, por extrato, e na página do CNPq na internet
09/01/2018
Prazo para interposição de recurso administrativo do resultado preliminar do julgamento
19/01/2018
Divulgação Final das propostas aprovadas no Diário Oficial da União, por extrato, e na página do CNPq na internet
28/02/2018
Coordenação de Comunicação Social do CNPq