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Sex, 13 Jan 2023 16:32:00 -0300
Migração Portal
Acesse o novo Portal do CNPqDesde dezembro de 2020, o endereço do Portal do CNPq mudou para:
https://www.gov.br/cnpq
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Seg, 07 Dez 2020 12:31:00 -0300
Programa Ciência no Mar ganha mais recursos com adesão da Marinha
Parceria entre CNPq e Marinha proporcionou a suplementação de R$ 2 milhões para 4 projetos da Chamada de apoio à Pesquisa e Desenvolvimento para Enfrentamento de Derramamento de Óleo na Costa Brasileira - Programa Ciência no Mar. Com essa adesão, a iniciativa apoiará 11 projetos, totalizando R$ 6 milhões, recursos da Marinha e do MCTI.Parceria firmada entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Marinha do Brasil proporcionou a suplementação de R$ 2 milhões à Chamada CNPq/MCTIC Nº 06/2020 - Pesquisa e Desenvolvimento para Enfrentamento de Derramamento de Óleo na Costa Brasileira - Programa Ciência no Mar, com apoio a novos quatro projetos. Com essa adesão, a iniciativa apoiará 11 projetos, totalizando R$ 6 milhões em investimentos. Além da Marinha, os recursos serão investidos pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).
A chamada foi lançada com o objetivo de selecionar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação relacionados ao derramamento de óleo ocorrido a partir de agosto de 2019 na costa brasileira que visem contribuir significativamente para o Programa Ciência no Mar.
Nesta segunda, 07, às 14h, a Marinha realizará a 1ª Sessão Ordinária da Comissão Técnico-Científica para o Assessoramento e Apoio das atividades de Monitoramento e a Neutralização dos Impactos decorrentes da Poluição Marinha por Óleo e outros Poluentes na Amazônia Azul, com a participação do Presidente do CNPq, Evaldo Vilela. Saiba mais.
Veja aqui o resultado final completo.
Importância litorânea para o Brasil
O recente desastre de derramamento de óleo na costa brasileira em 2019 demonstrou a importância de ações públicas embasadas no melhor conhecimento científico disponível, a fim de que as iniciativas de remediação reduzam os prejuízos para a biodiversidade e para a saúde humana. Além disso, ressaltou a necessidade de evidências científicas na proposição de medidas que busquem a prevenção a novos acidentes que possam colocar em risco a qualidade de vida da ocupação humana ao longo da costa brasileira.
Estima-se que mais de 26% da população brasileira resida na zona costeira, sendo o litoral a área protagonista no histórico processo de ocupação do território nacional. A importância litorânea pode ser expressa pelo recorte federativo brasileiro: são 17 Estados e 274 Municípios defrontantes com o mar, e 16 das 28regiões metropolitanas existentes no País. O Brasil possui diversas ilhas costeiras, inclusive abrigando capitais (São Luís, Vitória e Florianópolis), além de ilhas oceânicas que representam pontos importantes do território nacional (Fernando de Noronha, o Arquipélago de São Pedro e Trindade e Martim Vaz, e o Arquipélago de Abrolhos).
Grande parte do comércio internacional, da exploração do petróleo, da atividade pesqueira e de turismo está relacionada com o mar brasileiro. Relevante também é a riqueza da biodiversidade marinha e costeira do País, que deve ser preservada como importante ecossistema para a manutenção da vida. Além disso, o Brasil possui 26,3% de sua Zona Econômica Exclusiva protegida dentro de unidades de conservação, que devem também ser pólos-modelo para medidas de conservação e uso sustentável.
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Qui, 26 Nov 2020 17:37:00 -0300
CNPq divulga resultado preliminar da Chamada nº 25/2020
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulga o resultado preliminar da Chamada nº 25/2020 - Apoio à Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação: Bolsas de Mestrado e Doutorado.O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulga o resultado preliminar da Chamada nº 25/2020 - Apoio à Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação: Bolsas de Mestrado e Doutorado.
Esta chamada promove a redistribuição das bolsas retidas ao final de sua vigência no período do 1 de julho a 30 de dezembro de 2020, iniciando a diretriz de realinhamento da concessão de bolsas de pós-graduação à missão precípua do CNPq. Esta iniciativa, em concepção desde 2019, prevê uma transição gradual do sistema antigo de quotas de bolsas ao novo sistema de concessão por meio de projetos institucionais de pesquisa. Tais projetos são apresentados pelos programas de pós-graduação e aglutinam de forma global o direcionamento da pesquisa nos respectivos cursos. A concessão baseia-se numa avaliação de mérito dos projetos, feita por comitês de especialistas.
O resultado preliminar garante a manutenção de bolsas encerradas no período citado, na proporção prevista no item 5 da Chamada, em programas de pós-graduação estabelecidos. Além disso, houve entrada de novos programas no sistema. Os projetos são avaliados por mérito e são aprovados a partir de disponibilidade orçamentária do CNPq.Ressalta-se que não houve nenhuma redução de bolsas no sistema do CNPq; a mesma concessão anual de cerca de R$ 400 milhões em bolsas de mestrado e doutorado está mantida. Uma segunda chamada dessa natureza será lançada brevemente, considerando as bolsas a vencer no próximo semestre.
O CNPq informa que o período de interposição de recurso administrativo ao resultado preliminar é de 25 de novembro a 4 de dezembro de 2020.
Demanda
Do total de 1.595 propostas recebidas de Cursos de Mestrado, 380 são cursos que já contam com bolsas do CNPq e que possuem bolsas vencendo entre 1° de julho a 31 de dezembro de 2020, enquadrando-se nos itens 5.3.1 e 5.4.1 da Chamada. Outras 628 propostas são de Cursos de Mestrado que contam com bolsas do CNPq, mas que vencem a partir de janeiro de 2021. Já outros 587 Cursos de Mestrado, por sua vez, não contam, na atualidade, com o apoio do CNPq em bolsas de mestrado.
Dos Cursos de Doutorado que submeteram propostas à Chamada, 277 já contam com bolsas do CNPq e possuem bolsas vencendo no período de 1° de julho a 31 de dezembro de 2020; 483 possuem bolsas vencendo a partir de janeiro de 2021, e 794 são Cursos de Doutorado que não contam com o apoio do CNPq em bolsas de doutorado.
Veja aqui o resultado preliminar.
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Sex, 22 Set 2017 17:44:00 -0300
CNPq anuncia a reativação de bolsas de Doutorado Sanduíche no Exterior
As bolsas de Doutorado Sanduíche (SWE) vinculadas a projetos de Pesquisador Visitante Especial (PVE) foram reativadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Por limitações orçamentárias, essa modalidade havia sido suspensa em abril de 2016 para os projetos em execução à época.
"Após várias gestões do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o CNPq teve parte de seu orçamento recomposto, possibilitando a reativação das bolsas", explicou o presidente do CNPq, Mario Neto Borges.
Ao todo, serão beneficiados 120 projetos, totalizando cerca de 250 bolsas.
As bolsas SWE são destinadas a alunos formalmente matriculados em curso de doutorado no Brasil para usufruírem, no exterior, da oportunidade de aprofundamento teórico, coleta e tratamento de dados ou de desenvolvimento parcial da parte experimental da tese a ser defendida no Brasil.
As indicações estão abertas para os pesquisadores que manifestaram interesse a partir de contato feito pelo CNPq com os coordenadores do projeto, em junho deste ano. A solicitação deve ser feita por meio da Plataforma Carlos Chagas.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Qua, 20 Set 2017 17:24:00 -0300
Projetos de Saúde podem concorrer a R$ 250 mil
Os interessados têm até o dia 30 de setembro para enviar seus projetos
As instituições e empresas interessadas em indicar trabalhos para concorrer ao Prêmio Péter Murányi, sob o tema Saúde, podem inscrever seus trabalhos até o dia 30 de setembro. Em mudança realizada este ano, os três finalistas da 17a edição serão contemplados com valor em dinheiro, além do certificado de reconhecimento público. O vencedor receberá R$ 200 mil e um troféu, o segundo e o terceiro colocados ganharão R$ 30 mil e R$ 20 mil, respectivamente.
Promovido pela Fundação Péter Murányi, o objetivo dessa iniciativa é reconhecer projetos que apresentem aplicação prática, que sejam inovadores, além de apresentarem resultados relevantes para a melhoria da qualidade de vida.
A premiação acontece anualmente, alternando os temas "Saúde", "Ciência & Tecnologia", "Alimentação" e "Educação", e conta com o apoio da ABC (Academia Brasileira de Ciências), Aciesp (Academia de Ciências do Estado de São Paulo), Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras), Aconbras (
Associação dos Cônsules no Brasil), CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), CNPq ( Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Capes ( Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). Os trabalhos concorrentes deverão ser indicados por uma Instituição ligada à área e que faça parte do Colégio Indicador.
"Temos muito prazer em promover essa premiação. Em meio a tantos cortes, dada a atual conjuntura econômica, é muito importante que possamos incentivar e reconhecer bons projetos, especialmente, aqueles que comprovem uma melhoria significativa para a sociedade", afirma Vera Murányi Kiss, presidente da Fundação Péter Murányi, entidade responsável pelo Prêmio.
Interessados em concorrer ao Prêmio Péter Murányi 2018 têm até o dia 30 de setembro para enviar seus projetos. Sob o tema ¿Saúde¿, a premiação atual mudou o regulamento e contemplará os três finalistas com valor em dinheiro, além do certificado de reconhecimento público. Serão R$ 200 mil para o primeiro colocado; R$ 30 mil, para o segundo; e R$ 20 mil, ao terceiro lugar.
A iniciativa, criada em 2002 pela Fundação Péter Murányi, tem como objetivo reconhecer trabalhos inovadores que apresentem, comprovadamente, aplicação prática e melhoria da qualidade da vida.
Quem pode participar?
Qualquer pessoa que tenha um projeto voltado para a área de saúde - com resultados de sua aplicação, comprovando melhorias na qualidade de vida - pode participar. Apenas, é necessário que esse projeto seja indicado por uma instituição, para assegurar sua originalidade. Lembrando que o valor do Prêmio é concedido para os autores do trabalho (pessoa física), e não para a entidade que o indicou.
Como faço para me inscrever?
Só podem participar os trabalhos "indicados" por instituições que tenham um CNPJ, ou seja, pode ser empresa, universidade, ONG ou instituição de ensino. Esse CNPJ precisa estar cadastrado na Fundação, mas ainda é possível preencher uma carta oficial, conforme modelo disponível no site da entidade.
Além desse ofício, também é necessário enviar formulário e alguns documentos específicos, de acordo com o descrito no Edital.
Quanto eu pago para concorrer ao Prêmio?
A participação é gratuita. Basta atender aos critérios delimitados pela Fundação Péter Murányi e seguir as orientações do Edital.
Como e quando o vencedor será definido?
Os vencedores do 17a Prêmio Péter Murányi serão conhecidos em fevereiro de 2018. Os projetos serão analisados por especialistas na área da temática definida para este ano, que definem os três finalistas. A colocação das três iniciativas será definida por um júri com representantes científicos, acadêmicos, empresários e pessoas da sociedade civil.
SERVIÇO:
18a edição do Prêmio Péter Murányi - Saúde
Site: www.
fundacaopetermuranyi.org.br Envio dos trabalhos: 1o de agosto e 30 de setembro
Anúncio do vencedor: fevereiro de 2018
Cerimônia de entrega: abril de 2018Consulta ao edital e download do formulário de inscrição: http://www.
fundacaopetermuranyi.org.br/ main.asp?pag=downloads Informações: 11 3873-2887 ou sec@fundacaopetermuranyi.
org.br Com informações da Fundação Peter Muranyi
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Qua, 20 Set 2017 09:26:00 -0300
Presidente do CNPq assegura um olhar mais atento para a Amazônia
Durante passagem por Manaus (AM), esta semana, o Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Mario Neto Borges, assegurou uma atenção maior para as questões da Amazônia no âmbito da produção científica e tecnológica.
Na segunda-feira, 18, Mario Neto esteve na Fiocruz Amazônia, reunido com pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD). O encontro foi articulado pelo diretor do ILMD/Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, com o objetivo de aproximar a instituição do CNPq. Em tom de descontração e esperança, Mario Neto falou da sua gestão no CNPq, das prioridades e estratégias para o Conselho cumprir seus compromissos, mesmo diante das adversidades.

"A ideia é trazer uma expectativa positiva mesmo num momento de crise e de dificuldade, mas o CNPq está com um olhar muito preocupado, muito dedicado ao potencial que a Amazônia tem, em particular o estado do Amazonas", declarou Mario Neto ao informar sobre alguns projetos lançados recentemente pelo CNPq, voltados para a região.
"Nós sabemos do potencial que a Amazônia tem, todo brasileiro sabe, então, o CNPq tem essa preocupação no radar. Nós temos desenhado alguns projetos, mesmo nessa dificuldade, como o que foi lançado agora para a biodiversidade da Amazônia; estamos negociando com empresas que têm interesse em explorar a biodiversidade, no sentido de fazer parceria de pesquisa com pesquisadores da área; além de projetos para a questão da saúde, de doenças infecciosas negligenciadas e doenças tropicais", disse o presidente do CNPq ao defender também a formação de parcerias entre as instituições, inclusive entre as regiões com maior experiência com pesquisa, para o trabalho em conjunto.

Para o diretor do ILMD/Fiocruz Amazônia, a vinda de Mario Neto ao Instituto sinaliza parcerias em projetos na área de saúde, desenvolvimento científico e tecnológico, pesquisa e educação.
Mario Neto assegurou que CNPq em sua gestão terá um olhar atencioso para a Amazônia, para as instituições de ensino e pesquisa da região, em especial para o ILMD/Fiocruz Amazônia.
Na terça-feira, 19, o presidente do CNPq participou da 131ª Reunião do Conselho Diretor da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi). Pioneira na condução de novas formas de pensar o desenvolvimento da Amazônia, a Fucapi foi instituída em 1982, a partir de iniciativa conjunta da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas ¿ FIEAM, Centro da Indústria do Estado do Amazonas ¿ CIEAM e Grupo Executivo Interministerial de Componentes e Materiais ¿ GEICOM, ligado ao Governo Federal.
A Fundação desenvolve atividades nas dimensões Educacional e Tecnológica, atuando nas áreas de Tecnologias da Informação e Comunicação, Tecnologias Ambientais, Tecnologia Industrial Básica, Tecnologia de Produtos e Tecnologias de Gestão.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq com informações do ILMD/Fiocruz Amazônia
Fotos: Eduardo Gomes
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Ter, 19 Set 2017 17:50:00 -0300
Chamada de apoio a eventos científicos tem resultado preliminar
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgou o resultado preliminar do Cronograma 2 da Chamada MCTIC/CNPq/FINEP Nº 01/2017 - Auxílio à Promoção de Eventos Científicos, Tecnológicos e/ou de Inovação ARC.
A chamada selecionou propostas de eventos nacionais ou mundiais que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do País.
Com a divulgação do resultado preliminar, fica aberto o prazo para para interposição de recurso administrativo, até o dia 25 de setembro, próxima segunda-feira. A previsão é a de que o resultado final seja divulgado em 30 de outubro deste ano.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Seg, 11 Set 2017 16:56:00 -0300
CNPq divulga resultado provisório da chamada de cooperação em biotecnologia
Já está disponível o resultado provisório da verificação dos critérios de elegibilidade da chamada CNPq/MCTIC/CBAB Nº07/2017 - Centro Brasileiro-Argentino de Biotecnologia - Cursos de Cooperação Internacional em Biotecnologia.
A chamada lançada em julho tem como objetivo principal apoiar cursos na área de biotecnologia em nível de pós-graduação, nos seguintes temas: Biotecnologia aplicada à saúde animal e humana; Biotecnologia agropecuária e aquicultura; Biotecnologia ambiental; Biotecnologia industrial; Outros temas em biotecnologia.
As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global de 500 mil reais, As propostas terão o valor máximo de financiamento, em despesas de Custeio, de 30 mil para cursos à distância, de 75 mil para cursos presenciais de curta duração e de 125 mil para cursos presenciais no formato de Escola de Inverno.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Seg, 11 Set 2017 15:42:00 -0300
ICMBio promove seminário sobre conservação da biodiversidade com participação do CNPq
Com participação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) promove, nesta semana, o IX Seminário de Pesquisa e IX Encontro de Iniciação Científica. O Diretor de Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde (DABS) do CNPq, Marcelo Morales, estará presente na abertura do evento, nesta terça-feira, 12, na sede do ICMBio, em Brasília. O encontro acontecerá até o dia 14.
Representando o CNPq, participarão, ainda, coordenadores e técnicos da agência, que apresentarão o cenário do fomento à pesquisa em biodiversidade e sua importância para a conservação dos biomas brasileiros. No dia 12, o Coordenador de Programa de Pesquisa em Gestão de Ecossistemas (COGEC) da agência, Fernando Pinheiro, fará a palestra "A trajetória do CNPq no fomento à pesquisa para a conservação no Brasil". Na quarta-feira, 13, Denise de Oliveira, analista do CNPq, participará da mesa-redonda "Estratégias de comunicação e sensibilização da sociedade em relação à conservação da natureza", além de apresentar, junto com a analista Mariana Cariello, o poster "Lições aprendidas e novas perspectivas no fomento à pesquisa sobre biodiversidade no CNPq".
Haverá, ainda, sessão de painéis com apresentação de trabalhos dos bolsistas de Iniciação Científica do ICMBio, roda de conversa com os Centros de Pesquisa e Conservação do Instituto, além de outras apresentações. Veja a programação completa do evento.
Parceria entre CNPq e ICMBIO
O CNPq tem se aproximado do ICMBio nos últimos anos, de modo especial a partir da Chamada CNPq/ICMBio nº 13/2011 - Pesquisa em Unidades de Conservação do Bioma Caatinga, uma seleção inovadora que permitiu utilizar recursos de compensação ambiental para pesquisa em nove Unidades de Conservação Federais da Caatinga. As lições aprendidas dessa chamada geraram o livro "Pesquisa em Unidades de Conservação no Domínio da Caatinga: Subsídios à Gestão", com a participação de Mariana Cariello, gestora da Chamada, entre os organizadores, além de Denise de Oliveira e da servidora Fabíola Lacerda na elaboração de um capítulo do livro em parceria com o ICMBio.
No âmbito dessa interação entre as duas instituições, outros frutos vem sendo gerados, tais como a participação de técnicos do ICMBio nas ações de acompanhamento e avaliação de programas do CNPq relacionados à biodiversidade, como o Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade - SISBIOTA Brasil, além de um seminário para discutir idéias de aproximação entre o Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração - PELD e o Instituto.
Os programas do CNPq relacionados à biodiversidade passaram a identificar, nos projetos, a existência de pesquisa em Unidades de Conservação e com espécies ameaçadas ou deficientes de dados.
Mais recentemente, a parceria entre o CNPq e o ICMBio gerou a Chamada CNPq/ICMBio/FAPs nº 18/2017 - Pesquisa em Unidades de Conservação da Caatinga e Mata Atlântica, com a utilização novamente de recursos de compensação ambiental e a possibilidade de pesquisa ampliada para 19 Unidades de Conservação, nos biomas Caatinga e Mata Atlântica. Essa chamada incorpora lições aprendidas por ambas as instituições, como o incremento da participação das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) para fortalecer a capacidade regional de pesquisa e a valorização da articulação dos pesquisadores em projetos de pesquisas interdisciplinares e socioambientais, incluindo grupos, instituições e profissionais que atuam nas áreas de educação formal e não formal e de divulgação (por exemplo, escolas, núcleos de extensão, museus, centros de ciências, zoológicos, centros de visitantes de unidades de conservação, organizações não governamentais), buscando interagir com diferentes públicos (gestores das Unidades de Conservação, comunidades locais, formuladores de políticas públicas, entre outros).
Essa parceria vai ao encontro da missão institucional de ambas as instituições, visando promover o desenvolvimento de pesquisas que contribuam para a conservação da biodiversidade e a inclusão social, em consonância com as Metas Nacionais de Biodiversidade para 2020.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Ter, 05 Set 2017 11:53:00 -0300
CNPq lança chamada para programas editoriais
A editoração e a publicação de periódicos científicos brasileiros de alta especialização em todas as áreas de conhecimento poderão ser financiadas a partir da chamada aberta pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em agosto.
A Chamada 26/2017 - Programa Editorial é uma parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), e prevê, ao todo, R$ 4,5 milhões para as propostas aprovadas, a serem liberados em duas parcelas, de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira do CNPq.
As propostas devem ser submetidas até o dia 18 de setembro e devem contemplar os seguintes critérios: o periódico deve ser mantido e editado por instituição, associação ou sociedade científica brasileira sem fins lucrativos; apresentar periodicidade de pelo menos dois fascículos por ano; ser disponibilizado obrigatoriamente sob o formato eletrônico; ter sido disponibilizado de forma regular nos dois anos anteriores à data da solicitação; estar, obrigatoriamente, indexado em pelos menos duas bases de dados listadas no edital; e estar classificado no Qualis na área predominante da revista.
Para candidatar-se, o proponente deve possuir o título de doutor e ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes, ser o coordenador do projeto, ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto.
Para saber mais, acesse aqui o edital.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Sex, 01 Set 2017 18:08:00 -0300
Fiocruz e CNPq assinam Acordo de Cooperação
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fiocruz, assinarm ontem, 31, em Brasília, um acordo de cooperação para o compartilhamento de recursos humanos e conhecimentos em Tecnologia da Informação (TI). Pelo acordo, as duas instituições se associam para fomentar, coordenar e executar projetos de pesquisa em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde.
A cooperação técnico-científica gerada pelo acordo vai significar novos esforços das duas instituições no sentido de promover desde o desenvolvimento e operação de bancos de dados até a adaptação de infraestrutura de TI em ciência biomédica e saúde pública ao chamado Big Data - expressão que se refere ao conjunto de dados complexos gerados a todo instante.
Ao lado do presidente do CNPq, Mário Neto Borges, e do vice-presidente de Gestão e Desenvolvimento Institucional da Fiocruz, Mário Santos Moreira, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, lembrou a longa parceria entre as duas instituições e afirmou que o acordo servirá para ampliar as possibilidades de projetos conjuntos em pesquisa, educação e em especial em gestão do conhecimento (assista ao vídeo). "O acordo consolida uma história de anos de parceria e abre novas perspectivas", destacou Nísia, para quem será possível ampliar as ações de gestão do conhecimento no Brasil com a cooperação entre as duas instituições. A retomada do processo de aproximação entre Fiocruz e CNPq foi promovido pelo vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Manoel Barral Neto, o que o favoreceu a formalização do acordo assinado.
Nísia lembrou de alguns projetos desenvolvidos na Fiocruz Brasília no campo da gestão do conhecimento. Citou a iniciativa da Fiocruz com o Observatório de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, e, ainda, a criação do Cidacs (Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde), ligado à Fiocruz Bahia. Projetos dessa natureza, segundo ela, deverão ser potencializados com o acordo.Para ela, a TI voltada para a pesquisa e para a gestão do conhecimento é fundamental para a sociedade. A presidente ressaltou também a colaboração da Fiocruz com os esforços de se repensarem os sistemas de avaliação vigentes no país, como os da Capes e do próprio CNPq.
O presidente do CNPq, Mário Borges, iniciou sua fala destacando a rapidez e a eficiência com que o acordo entre as duas instituições foi elaborado, num intervalo de poucas semanas. "As instituições públicas do Brasil precisam disso", reforçou. Ele realçou a importância da parceria do CNPq com a Fiocruz uma vez que a área da saúde é uma das de maior destaque no campo da pesquisa em que sua instituição atua.
Borges destacou ainda o protagonismo da Fiocruz para a pesquisa no Brasil, sendo ela, na Região Sudeste, a maior produtora de conhecimento em saúde. Segundo ele, o país precisa estimular a cultura da inovação. "O Brasil é conhecido como a 8ª economia do mundo, mas ainda estamos muito atrás quando o assunto é inovação em pesquisa". Por isso, Borges acredita que a parceria com a Fiocruz amplia as possibilidades de se criar uma cultura de fomento à inovação científica. Disse que os pesquisadores nacionais estão preparados para isso. Citou, como exemplo, a pesquisadora da Fiocruz Pernambuco, Celina Turchi - classificada pela revista Nature entre os dez pesquisadores mais influentes do mundo, e, pela revista Times, entre as 100 pessoas mais influentes do mundo - ao lado do jogador Neymar. Ao citar os dois brasileiros mais influentes, o presidente do CNPq ainda brincou, dizendo que "o futebol não precisa de mais dinheiro".
Decano de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade de Brasília (UnB) até 2013, e atual coordenador do Núcleo de Inteligência do Futuro, também da UnB, Issac Roitman destacou o simbolismo do acordo assinado entre Fiocruz e CNPq, uma vez que, em sua opinião, são duas instituições significativas para a ciência brasileira. "Nós precisamos, sobretudo, de união, e essa relação é extremamente importante", afirmou.
Também presente à cerimônia de assinatura do acordo, o diretor da Fiocruz Brasília, Gerson Penna, assinalou que a Fiocruz é campeã em publicações sobre Leishmaniose no mundo. Além disso, reforçou a necessidade de o Brasil transformar conhecimento em soluções para a saúde, em especial no que diz respeito às doenças negligenciadas. Como um dos passos iniciais para as discussões sobre gestão do conhecimento em saúde, Penna citou a atuação da assessora especial da Fiocruz Brasília, Celina Roitman (presente à cerimônia), que foi responsável pela realização da 1ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, em 1994, quando era superintendente da área de Ciências da Vida no CNPq.
O acordo assinado entre as duas instituições expressa a constituição de uma aliança estratégica entre a Fiocruz o CNPq como seu objeto central, e terá a vigência de cinco anos, podendo ser renovado.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Fiocruz Brasília
Fotos: Marcelo Gondim/CNPq
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Sex, 01 Set 2017 10:21:00 -0300
Observatório produz informações sobre saúde pública no Brasil
Pesquisa apoiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Ministério da Saúde resultou na organização de um Observatório Nacional de Políticas de Saúde (OAPS) a ser alimentado por diversas fontes de dados e informações, bem como pelos resultados dos distintos subprojetos do estudo. O trabalho, intitulado Análises de Políticas de Saúde no Brasil, é coordenado pelo pesquisador, bolsista de Produtividade em Pesquisa 1B do CNPq, Jairnilson Paim, da Universidade Federal da Bahia.
O projeto contempla, também, a implantação de um Centro de Documentação virtual, conectado ao Observatório, para que cada pesquisador possa localizar os documentos necessários para sua pesquisa, a ser disponibilizado, progressivamente, para consulta pública de universidades, gestores, centros de pesquisa e conselheiros de saúde.
Com 11 eixos temáticos, em áreas como judicialização da saúde, atenção primária e promoção da saúde, saúde na infância e políticas de saúde bucal, o Observatório está disponível para apoiar a formulação e implementação de políticas e a tomada de decisão produzindo informações, realizando estudos e fazendo sugestões para melhoria da oferta, organização e qualidade das ações de saúde prestadas à população dos municípios brasileiros.
Com uma rede constituída por pesquisadores/as de diferentes instituições brasileiras e formada a partir de temáticas e questões de pesquisa compartilhadas, o OAPS comemora dois anos desde seu lançamento oficial no 11º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva da Abrasco - Abrascão 2015. O projeto soma nesse período 40 dissertações de mestrado, 20 teses de doutorado, 30 artigos publicados em periódicos indexados e 4 livros: "Análise política em saúde: contribuição do pensamento estratégico", de Leonardo Federico; "Política de saúde bucal no Brasil: teoria e prática", organizado por Sônia Chaves; "Observatório de Análise Política em Saúde: Abordagens, objetos e investigações", organizado por Carmen Teixeira; e o e-book "Glossário Análise Política em Saúde", organizado por Carmen Teixeira e Paloma Silveira.
Documentário sobre o OAPS, produzido especificamente para os gestores de saúde, está disponível no canal do OAPS no Youtube. O vídeo, que conta com a participação do professor Jairnilson Paim, além de Guadalupe Medina (ISC/UFBA) e dos coordenadores dos eixos temáticos, tem como objetivo apresentar o trabalho desenvolvido pelo OAPS aos gestores, um público importante no diálogo sobre as políticas de saúde.
O link para o documentário é: https://www.youtube.com/watch?v=wS7iN8xoPAw
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Qua, 30 Ago 2017 18:43:00 -0300
Workshop define parceria internacional para pesquisa em água
Aconteceu nesta quarta-feira, 30, na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o encontro do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) com instituições européias para tratar de cooperações na pesquisa sobre água. O evento foi realizado em parceria com o JPI (Joint Programming Initiative, uma rede de agências de fomento europeias e Internacionais, em torno da temática Água) e foi coordenado pela presidente do Confap, Maria Zaira Turchi.
O workshop buscou aproximar instituições brasileiras e europeias com vistas ao edital que será lançado para cooperação na temática Água. O presidente do CNPq lembrou que ele iniciou as articulações para essa parceria, há dois anos, quando atuou na cooperação internacional do Confap. "É uma honra estar aqui hoje vendo que a proposta progrediu", apontou Mario Neto. Para ele, o momento é bastante oportuno não só pela importância da questão da água para o país, como pelo fato do Brasil sediar, em 2018, o Fórum Mundial da Água, que acontecerá em março do ano que vem, em Brasília. "Apoiar a pesquisa nesse tema mostra como é importante a ciência para solucionar os problemas do país", reforçou. Mario Neto defendeu, ainda, que a promoção de projetos colaborativos, com parcerias nacionais e internacionais, são uma alternativa fundamental para momentos de crise econômica como a que o Brasil está enfrentando.
Maria Zaira também enfatizou a necessidade do investimento na pesquisa científica e tecnológica para o desenvolvimento do país e a solução de problemas nacionais. "Sem pesquisa não vamos resolver questões como o grande desafio da gestão dos recursos hídricos", disse. Segundo Zaira, é imprescindível que o país aproveite a realização do Fórum Mundial da Água para organizar, durante o evento, uma agenda científica de alto nível. "Ainda temos tempo para enfrentar esse desafio, mas não temos muito tempo, tem que começar agora", finalizou.
O workshop contou, ainda, com a presença de representantes da Presidência da República, das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) e da Agência Nacional de Águas (ANA), a coordenadora do Water JPI, Dominique Darmendrail, e o chefe de Ciência, Tecnologia e Inovação da Delegação da União Europeia no Brasil, Alejandro Zurita, além de pesquisadores das universidades federais de Goiás, Brasília, Amazonas, Minas Gerais e Paraná.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq