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Sex, 13 Jan 2023 16:32:00 -0300
Migração Portal
Acesse o novo Portal do CNPqDesde dezembro de 2020, o endereço do Portal do CNPq mudou para:
https://www.gov.br/cnpq
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Seg, 07 Dez 2020 12:31:00 -0300
Programa Ciência no Mar ganha mais recursos com adesão da Marinha
Parceria entre CNPq e Marinha proporcionou a suplementação de R$ 2 milhões para 4 projetos da Chamada de apoio à Pesquisa e Desenvolvimento para Enfrentamento de Derramamento de Óleo na Costa Brasileira - Programa Ciência no Mar. Com essa adesão, a iniciativa apoiará 11 projetos, totalizando R$ 6 milhões, recursos da Marinha e do MCTI.Parceria firmada entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Marinha do Brasil proporcionou a suplementação de R$ 2 milhões à Chamada CNPq/MCTIC Nº 06/2020 - Pesquisa e Desenvolvimento para Enfrentamento de Derramamento de Óleo na Costa Brasileira - Programa Ciência no Mar, com apoio a novos quatro projetos. Com essa adesão, a iniciativa apoiará 11 projetos, totalizando R$ 6 milhões em investimentos. Além da Marinha, os recursos serão investidos pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).
A chamada foi lançada com o objetivo de selecionar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação relacionados ao derramamento de óleo ocorrido a partir de agosto de 2019 na costa brasileira que visem contribuir significativamente para o Programa Ciência no Mar.
Nesta segunda, 07, às 14h, a Marinha realizará a 1ª Sessão Ordinária da Comissão Técnico-Científica para o Assessoramento e Apoio das atividades de Monitoramento e a Neutralização dos Impactos decorrentes da Poluição Marinha por Óleo e outros Poluentes na Amazônia Azul, com a participação do Presidente do CNPq, Evaldo Vilela. Saiba mais.
Veja aqui o resultado final completo.
Importância litorânea para o Brasil
O recente desastre de derramamento de óleo na costa brasileira em 2019 demonstrou a importância de ações públicas embasadas no melhor conhecimento científico disponível, a fim de que as iniciativas de remediação reduzam os prejuízos para a biodiversidade e para a saúde humana. Além disso, ressaltou a necessidade de evidências científicas na proposição de medidas que busquem a prevenção a novos acidentes que possam colocar em risco a qualidade de vida da ocupação humana ao longo da costa brasileira.
Estima-se que mais de 26% da população brasileira resida na zona costeira, sendo o litoral a área protagonista no histórico processo de ocupação do território nacional. A importância litorânea pode ser expressa pelo recorte federativo brasileiro: são 17 Estados e 274 Municípios defrontantes com o mar, e 16 das 28regiões metropolitanas existentes no País. O Brasil possui diversas ilhas costeiras, inclusive abrigando capitais (São Luís, Vitória e Florianópolis), além de ilhas oceânicas que representam pontos importantes do território nacional (Fernando de Noronha, o Arquipélago de São Pedro e Trindade e Martim Vaz, e o Arquipélago de Abrolhos).
Grande parte do comércio internacional, da exploração do petróleo, da atividade pesqueira e de turismo está relacionada com o mar brasileiro. Relevante também é a riqueza da biodiversidade marinha e costeira do País, que deve ser preservada como importante ecossistema para a manutenção da vida. Além disso, o Brasil possui 26,3% de sua Zona Econômica Exclusiva protegida dentro de unidades de conservação, que devem também ser pólos-modelo para medidas de conservação e uso sustentável.
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Qui, 26 Nov 2020 17:37:00 -0300
CNPq divulga resultado preliminar da Chamada nº 25/2020
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulga o resultado preliminar da Chamada nº 25/2020 - Apoio à Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação: Bolsas de Mestrado e Doutorado.O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulga o resultado preliminar da Chamada nº 25/2020 - Apoio à Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação: Bolsas de Mestrado e Doutorado.
Esta chamada promove a redistribuição das bolsas retidas ao final de sua vigência no período do 1 de julho a 30 de dezembro de 2020, iniciando a diretriz de realinhamento da concessão de bolsas de pós-graduação à missão precípua do CNPq. Esta iniciativa, em concepção desde 2019, prevê uma transição gradual do sistema antigo de quotas de bolsas ao novo sistema de concessão por meio de projetos institucionais de pesquisa. Tais projetos são apresentados pelos programas de pós-graduação e aglutinam de forma global o direcionamento da pesquisa nos respectivos cursos. A concessão baseia-se numa avaliação de mérito dos projetos, feita por comitês de especialistas.
O resultado preliminar garante a manutenção de bolsas encerradas no período citado, na proporção prevista no item 5 da Chamada, em programas de pós-graduação estabelecidos. Além disso, houve entrada de novos programas no sistema. Os projetos são avaliados por mérito e são aprovados a partir de disponibilidade orçamentária do CNPq.Ressalta-se que não houve nenhuma redução de bolsas no sistema do CNPq; a mesma concessão anual de cerca de R$ 400 milhões em bolsas de mestrado e doutorado está mantida. Uma segunda chamada dessa natureza será lançada brevemente, considerando as bolsas a vencer no próximo semestre.
O CNPq informa que o período de interposição de recurso administrativo ao resultado preliminar é de 25 de novembro a 4 de dezembro de 2020.
Demanda
Do total de 1.595 propostas recebidas de Cursos de Mestrado, 380 são cursos que já contam com bolsas do CNPq e que possuem bolsas vencendo entre 1° de julho a 31 de dezembro de 2020, enquadrando-se nos itens 5.3.1 e 5.4.1 da Chamada. Outras 628 propostas são de Cursos de Mestrado que contam com bolsas do CNPq, mas que vencem a partir de janeiro de 2021. Já outros 587 Cursos de Mestrado, por sua vez, não contam, na atualidade, com o apoio do CNPq em bolsas de mestrado.
Dos Cursos de Doutorado que submeteram propostas à Chamada, 277 já contam com bolsas do CNPq e possuem bolsas vencendo no período de 1° de julho a 31 de dezembro de 2020; 483 possuem bolsas vencendo a partir de janeiro de 2021, e 794 são Cursos de Doutorado que não contam com o apoio do CNPq em bolsas de doutorado.
Veja aqui o resultado preliminar.
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Sex, 27 Jul 2018 11:28:00 -0300
Chamada CNPq-SESCOOP tem novas datas
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulga novas datas da chamada lançada em abril em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP).
O processo de julgamento, previsto inicialmente para acontecer entre 30 de julho e 3 de agosto, acontecerá entre 13 e 17 de agosto. Assim, a divulgação dos resultados acontecerá em 31 de agosto. O resultado final, após prazo de recursos, está previsto para 19 de outubro.
A Chamada recebeu propostas para apoio a projetos em quatro linhas: desenvolvimento econômico e social; competitividade e inovação; governança em organizações ou cenário jurídico, com foco no cooperativismo. O objetivo é estimular a pesquisa no âmbito do cooperativimo.
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Sex, 27 Jul 2018 10:26:00 -0300
CNPq divulga resultado da Chamada ARC
O resultado final do julgamento do Cronograma 1 da Chamada CNPQ/FINEP/FNDCT nº 06/2018 - Auxílio à Promoção de Eventos Científicos, Tecnológicos ou de Inovação - ARC já está disponível no portal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
A publicação do resultado permitirá a contratação imediata dos eventos aprovados, sem prejuízo dos pedidos de reconsideração submetidos e que ainda não tiveram sua análise concluída. A avaliação dos recursos apresentados está sendo realizada de forma criteriosa e será concluída integralmente nos próximos dias.
Confira os resultados:
Linha 1 - Eventos Mundiais - http://cnpq.br/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&id=47-1106-5454&detalha=chamadaDetalhada&filtro=encerradas
Linha 2 - Eventos Nacionais ou Internacionais - http://cnpq.br/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&id=47-1107-5460&detalha=chamadaDetalhada&filtro=encerradas
Linha 3 - Eventos Regionais ou que estejam em suas primeiras edições - http://cnpq.br/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&id=47-1108-5460&detalha=chamadaDetalhada&filtro=encerradas
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Ter, 24 Jul 2018 11:31:00 -0300
Pesquisadora fala sobre ciência e maternidade
A participação de mulheres nas carreiras científicas e tecnológicas tem sido tema de debates constantes na tentativa de reverter uma realidade que ainda incomoda, a predominância masculina em muitas áreas da ciência e em níveis mais altos da carreira.
Esse cenário reflete uma série de condições desiguais com as quais as mulheres lidam desde a formação escolar. Falta de estímulos, preconceito e desconfiança quanto à capacidade de desenvolver projetos complexos são alguns dos exemplos que já vem sendo discutidos no ambiente científico. Mais recentemente, a maternidade também vem pautando os debates.
Parte dessas dificuldades foram vividas pela pesquisadora Fernanda Werneck, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Bióloga, formada pela Universidade de Brasília, e doutora pela Brigham Young University, dos Estados Unidos, Fernanda esteve no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em reunião com a Diretora de Diretoria de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais, Adriana Tonini, quando relatou experiências que ilustram as questões de gênero no ambiente acadêmico.
A Diretora do CNPq, Adriana Tonini (direita) recebe a pesquisadora Fernanda Werneck, na sede do CNPq, em Brasília
A pesquisadora lembra que, ao defender sua dissertação de mestrado, ouviu de um dos professores da banca que ela deveria admitir que o projeto não era dela. Na visão daquele professor, o trabalho era de qualidade superior ao que ela provavelmente seria capaz de fazer.
Hoje, aos 35 anos, Fernanda conta com uma carreira sólida na pesquisa científica e foi uma das três representantes da América Latina no International Rising Talents, programa desenvolvido pela L¿Oréal e Unesco para jovens cientistas. Seu projeto, que estuda os efeitos das mudanças climáticas globais na vida animal, foi um dos vencedores do ¿Para Mulheres na Ciência¿ de 2016.
Essa não foi a primeira vez que uma pesquisadora brasileira foi consagrada com o prêmio internacional da L¿Oréal. Desde 2004, seis brasileiras foram premiadas e outras quatro foram destaques no Rising Talents.
Uma delas, a astrofísica Thaísa Storchi, esteve junto com a diretora do CNPq no Congresso Nacional de Liderança Feminina (CONALIFE) 2018, que aconteceu no mês de maio deste ano. O congresso é promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos de São Paulo, em parceria com a ONU Mulheres. Professora Associada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Thaísa participou do Painel "Mulheres nas Ciências", moderado pela Profª Adriana, que contou, ainda, com Miriam Harumi Koga, Medalha de Ouro IX Olimpíada LatinoAmericana (ver) de Astronomia e Astronáutica e a Professora do ITA, Sonia Guimarães.

A Diretora Adriana Tonini com as pesquisadoras, Miriam Harumi Koga, Medalha de Ouro IX Olimpiada LatinoAmericana de Astronomia e Astronautica; Thaisa Storchi Bergmann, Profª de Astronomia na UFRGS e Sonia Guimaraes, Profª do ITA, no Conalife deste ano
Na ocasião, Thaísa levantou a questão da maternidade, lembrando que precisou levar o filho, que ainda amamentava, para um turno de observação em um dos maiores telescópios do mundo, o que precisou de argumentação para convencer a equipe do observatório.
A maternidade na vida das cientistas tem sido um ponto apontado com mais veemência nos últimos anos no Brasil, a partir da criação do grupo Parents in Science e a realização do I Simpósio Brasileiro sobre Maternidade e Ciência, em maio, do qual Fernanda Werneck também participou.
Fernanda, que tem uma filha de 13 anos, engravidou no início de sua trajetória científica, ainda no meio do mestrado, e aponta que, por isso, não sentiu tanto as dificuldades que as pesquisadoras em plena fase de produção relatam ter. A maternidade gera, naturalmente, uma pausa na produção científica que, muitas vezes, reflete na avaliação da produtividade da pesquisadora ao pleitear bolsas de pesquisa e financiamento a projetos.
Por isso, uma das pautas atuais do grupo, levada por Fernanda foi a inclusão de um ambiente no currículo Lattes para apontar o período de licença maternidade, e assim, justificar o espaço de tempo em que a produtividade teve queda.
Essa iniciativa complementa outra pauta trazida pelo grupo Parent in Science, apresentada por Fernanda, que é estender o prazo de publicações para as Chamadas de apoio à pesquisa para quem teve filhos no período a ser considerado pelo julgamento.
Adriana Tonini e Fernanda Werneck com as analistas do CNPq, Maria Lúcia Braga e Betina Stefanello, em reunião onde as pautas do Parents in Sciente foram apresentadas
O Parent in Science conduz, desde 2017, uma pesquisa que visa entender o efeito da maternidade/paternidade na carreira científica das mulheres e homens. Segundo o grupo, os dados apresentados deixaram claro que há um impacto direto da maternidade na carreira científica das mulheres, muitas vezes refletindo em uma queda de produção nos anos seguintes ao nascimento dos filhos.
Hoje, o CNPq já oferece prorrogação das bolsas de mestrado, doutorado, pós-doutorado e produtividade em pesquisa para as bolsistas que se tornam mães, por meio biológico ou por adoção, durante a vigência do auxílio. Há, ainda, a reivindicação de que esse benefício se estenda para todas as modalidades de bolsa do CNPq.
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Seg, 23 Jul 2018 09:28:00 -0300
Prêmio José Reis entregue na 70ª Reunião da SBPC
A abertura da 70ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), nessa domingo, 22, foi palco para a entrega do 38º Prêmio José Reis de Divulgação Científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O vencedor deste ano foi o Instituto Mamirauá.

A abertura da 70ª Reunião Anual da SBPC contou com a presença de representantes da comunidade científica e o presidente do CNPq, representando o Ministro Kassab na cerimônia
O Diretor-Geral da instituição, Helder Lima de Queiroz, recebeu o troféu do presidente do CNPq, Mario Neto Borges, na cerimônia que aconteceu na capital alagoana, Maceió, sede do evento científico que reunirá, até sábado, 28, pesquisadores, instituições de ensino e pesquisa para exposições e palestras.

Presidente do CNPq, Mario Neto Borges, entrega o Prêmio José Reis ao Instituto Mamirauá
Na ocasião, Mario Neto anunciou o lançamento do novo edital Universal do CNPq, que contempla pesquisas em todas as áreas do conhecimento.
O Instituto Mamirauá
O vencedor do Prêmio José Reis, que, em 2018, completa 40 anos de criação, atua há 20 anos em pesquisas na região da Amazônia aliadas a ações que promovem a inclusão social com protagonismo das comunidades locais ao articular suas ações com essa população, além do caráter regional e internacional das iniciativas.
Com a edição de 2018, o Instituto Mamirauá se torna a terceira unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) a ganhar o Prêmio José Reis. A honraria tinha sido antes concedida ao Museu Paraense Emílio Goeldi, em 1987, e ao Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), em 2006.
Em toda a Amazônia brasileira, o instituto é o segundo vencedor na história do prêmio, juntando-se ao Museu Goeldi, de Belém do Pará. Localizado na região central do estado do Amazonas, o Instituto Mamirauá é um centro de pesquisa e desenvolvimento sustentável que trabalha em prol da biodiversidade e ao lado das populações locais para a melhoria da qualidade de vida.
O instituto desenvolve projetos em investigações sobre a fauna e flora locais, assessoria ao manejo de recursos da natureza, como a pesca manejada de pirarucu e o manejo florestal, e de tecnologias sociais para o bem-estar e saúde de povos ribeirinhos, a exemplo de sistemas de tratamento de água à base de energia solar.
No campo da divulgação de ciência, o Instituto Mamirauá leva o nome e as histórias de ciência na Amazônia para vários cantos do país e do mundo. A começar pela própria região, compartilhando experiências de conservação com comunidades no Amazonas e estados vizinhos. No Brasil e no mundo, o instituto é referência entre o meio científico e a mídia em produção de pesquisa de qualidade e de iniciativas bem-sucedidas para a proteção do bioma Amazônia.
Nas redes sociais, o instituto está presente no Facebook, YouTube e Instagram, somando milhares de seguidores e fãs, com conteúdo interativo e multimídia. Com uma abordagem descomplicada e popular, o material convida o público ao conhecimento e diálogo sobre os temas do meio ambiente e ciência com olhares e vozes amazônicos.
"Para nós, receber o Prêmio José Reis trouxe muita satisfação e orgulho, porque já é um prêmio de muita reputação no Brasil, e realizamos ações de divulgação da ciência numa região que é particularmente desafiadora. Atuamos no interior da Amazônia, em pequenas cidades e comunidades ribeirinhas. E receber um prêmio desse tipo significa que estamos conseguindo realizar essa divulgação científica e tecnológica de forma eficiente. É um sinal de que estamos no caminho certo", resume o diretor-geral do Instituto Mamirauá, Helder Lima de Queiroz.
Conheça o Prêmio José Reis
Criado em 1978 pelo CNPq, o Prêmio José Reis revela e reconhece grandes nomes que contribuem significativamente para a divulgação científica no Brasil.
A edição de 2018 é destinada à categoria Instituição e Veículo de Comunicação e premiou a "instituição (pesquisa e ensino, centros e museus de ciência e tecnologia, órgãos governamentais, instituições culturais, organizações não governamentais e empresas públicas ou privadas) ou veículo de comunicação coletiva que tenha tornado acessível ao público conhecimento sobre Ciência, Tecnologia, Inovação e seus avanços", de acordo com a organização da premiação.
Visite o site do Prêmio José Reis e saiba mais: http://premios.cnpq.br/web/pjr
Fotos: Roberto Hilário/CNPq
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Sex, 20 Jul 2018 11:27:00 -0300
Acesso aos e-mails pq é restaurado
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) informa que liberou o acesso aos e-mails @pq.cnpq.br, destinados aos bolisistas. Após ataque cibernético há algumas semanas, foi necessário restringir o acesso para garantir a segurança dos dados. No entanto, todos os e-mails enviados aos endereços de cada pesquisador estão preservados. Além disso, os e-mails que estavam redirecionados a outros endereços particulares foram recebidos normalmente durante esse período.
Para garantir mais segurança ao acesso, foi incluído mais um fator de verificação do acesso, com o captcha.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Seg, 16 Jul 2018 17:21:00 -0300
UFABC é destaque em torneio mundial de Física
Antes de sediar a Copa do Mundo de Futebol, encerrada no último final de semana, a Russa recebeu estudantes do mundo todo para o International Physicists- Tournament (IPT), um torneio mundial de Física, que aconteceu em abril, na capital Moscou.
E, nessa copa, o Brasil conquistou o pódio, com alunos e pesquisadores da Universidade Federal do ABC (UFABC), ficando em terceiro lugar. O país dividiu o pódio com a França (2º lugar) e com a Suíça, que venceu o torneio. Um dos orientadores do grupo foi o professor Antônio Alváro Ranha Neves.

O IPT - Brasil viajou com recursos oriundos de um financiamento coletivo e auxílio da Universidade por meio de seu programa de "Auxílio Eventos".
A equipe relatou que os preparos para a edição de 2019 já estão a todo vapor.
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Sex, 13 Jul 2018 17:49:00 -0300
Pesquisa desvenda os recifes de Abrolhos
Artigo publicado por pesquisadores brasileiros aponta para novos aspectos da singularidade das estruturas recifais conhecidas como chapeirões.Segundo o estudo, os corais, protagonistas na construção dos recifes tropicais em outras regiões do mundo, possuem um papel menor no ecossistema de Abrolhos, onde briozoários, e as algas coralináceas, desempenham essa função essencial.Artigo publicado no mês de junho deste ano por pesquisadores brasileiros, na revista Scientific Reports, aponta para novos aspectos da singularidade das estruturas recifais conhecidas localmente como "chapeirões", em alusão a seu formato de chapéu. Os corais são os protagonistas na construção dos recifes tropicais em outras regiões do mundo. No entanto, a descoberta relatada no artigo revela que invertebrados filtradores conhecidos como briozoários, juntamente com algas coralináceas, desempenham essa função essencial no ecossistema de Abrolhos, onde os corais possuem um papel menor como estruturadores do recife.
Vista aérea de dezenas de chapeirões, recifes em forma de cogumelos, típicos da região de Abrolhos, no sul da Bahia. Os resultados publicados revelam a grande importância de briozoários na construção desses singulares recifes biogênicos. Foto: Fernando Moraes/ Rede Abrolhos.
O novo estudo também relaciona aspectos oceanográficos e climáticos, tais como a ausência de furacões e tempestades tropicais, à morfologia peculiar e à diversidade dos recifes de Abrolhos. O trabalho, realizado pelos cientistas da Rede Abrolhos, tem subsidiado medidas para a gestão sustentável do uso dos recursos naturais.
O artigo atual é um terceiro capítulo de pesquisas que estão sendo realizadas há mais de dez anos pela Rede Abrolhos no maior complexo coralíneo do Atlântico Sul, localizado no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos.
Esse trabalho tem dentre os financiadores o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por meio do PELD Abrolhos: monitoramento do maior complexo coralíneo do Atlântico Sul, entre o sul da Bahia e o norte do Espírito Santo. Os co-autores estrangeiros são Pesquisadores Visitantes Estrangeiros bolsistas do programa Ciência Sem Fronteiras e os coordenadores da Rede Abrolhos, Alex Bastos, Rodrigo Leão de Moura e Gilberto Menezes Amado Filho são bolsistas de em Produtividade do CNPq.
Ao longo de uma década de trabalho, o grupo produziu dezenas de artigos, teses e materiais de divulgação, uma trilogia científica que alterou o entendimento sobre a região de Abrolhos, no sul da Bahia e norte do Espírito Santo.
Com o uso de sistema de mergulho fechado (rebreather), os pesquisadores aumentaram o tempo de trabalho no fundo do mar, permitindo a operação prolongada da perfuratriz hidráulica para a coleta de amostras geológicas, entre 4 e 25 metros de profundidade, no Banco dos Abrolhos. Foto: Gilberto Amado-Filho/ Rede Abrolhos.
Em um artigo de 2012, publicado na revista PLOS ONE, foi revelada a ocorrência do maior banco de rodolitos do mundo, ao largo da área recifal mais conhecida e estudada desde os trabalhos pioneiros de Charles Darwin no Século XIX. Rodolitos são nódulos calcários estruturados por algas coralináceas que mineralizam carbonato de cálcio.
Dada a magnitude da formação descrita no artigo, Abrolhos foi colocado no mapa mundial das áreas recifais que mais contribuem com o sequestro de carbono, tais como o Caribe e a Grande Barreira australiana. Em 2013, um levantamento publicado na revista Continental Shelf Research revelou que o fundo marinho de Abrolhos abrange um complexo mosaico de hábitats, no qual a área de recifes é 20 vezes maior do que aquela anteriormente conhecida. Esse artigo chamou atenção para o baixo nível de conhecimento sobre a plataforma continental, mesmo em áreas emblemáticas como Abrolhos.
Os pesquisadores da Rede Abrolhos utilizaram uma perfuratriz hidráulica submarina para coletar amostras dos recifes entre 4 e 25 metros de profundidade. Os resultados revelaram uma formação biogênica singular em Abrolhos, onde briozoários são os principais construtores dos recifes. Foto: Gilberto Amado-Filho/ Rede Abrolhos.
Este artigo de 2018, segundo o pesquisador Alex Bastos, quebra um paradigma sobre quais são os principais organismos bioconstrutores da estrutura do recife em Abrolhos. "O principal resultado mostra que os recifes de Abrolhos são construídos na sua maioria por briozoários e não por corais, como sempre foi descrito. Isso desperta uma complexidade ecológica muito maior do que era tratado anteriormente", explica Bastos.
Para o pesquisador, a pergunta hoje é como se dá o crescimento de uma estrutura com esta complexidade de biocosntrutores. "Além disso, a gente chama a atenção para o fato de que o Atlântico Sul é uma zona de baixa energia quando se trata da ocorrência de tempestades tropicais e furacões. Essa baixa energia pode ser a explicação para o formato em cogumelo único e somente observado em Abrolhos, que recebe o nome de chapeirão", conclui.
Bastos destaca, ainda, a importância da abordagem multidisciplinar e de longa duração para a consolidação, no cenário internacional, das ciências do mar desenvolvidas no Brasil. "Nesses anos de pesquisa multidisciplinar a gente conseguiu publicar trabalhos mostrando a extensão do banco de rodolitos, a vasta ocorrência de recifes submersos, a ocorrência e importância das 'buracas', a produção de carbonato de cálcio no Banco de Abrolhos e agora estamos investindo nossos esforços no entendimento da estrutura recifal e do registro geológico/ecologicos de mudanças climáticas e variação do nível do mar", finaliza o pesquisador.
Mais detalhes sobre as pesquisas podem ser vistos em dois vídeos realizados pelo grupo, disponíveis na versão original e com legendas em inglês.
Além do CNPq, as pesquisas receberam financiamento da CAPES, IODP, FAPERJ, FAPES e ANP/Brasoil.
Contatos da Rede Abrolhos:
Gilberto Menezes Amado Filho, Inst. Pesq. Jardim Botânico do RJ (21 99271-9550)
Alex Cardoso Bastos, Univ. Fed. do Espírito Santo (27 98116-2318)
Rodrigo Leão de Moura, Univ. Fed. do Rio de Janeiro (21 99609-2724)
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Qua, 11 Jul 2018 18:57:00 -0300
AstraZeneca, CNPq e Einstein firmam parcerias
Ações fazem parte do Ano Brasil-Reino Unido de Ciência e Inovação e incluem bolsas internacionais de pós-doutorado para cientistas brasileiros e parceria em pesquisa e desenvolvimento de estudos clínicos para doenças cardiovasculares, renais e metabólicas
A AstraZeneca, biofarmacêutica global, firmou na última terça-feira, 10 de julho, um compromisso de colaboração com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e com a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, para a implementação de dois projetos que promovem a inovação e desenvolvimento científico no Brasil.

As ações fazem parte do Ano Brasil-Reino Unido de Ciência e Inovação 2018/2019, uma iniciativa conjunta liderada pelos governos do Brasil e do Reino Unido para o desenvolvimento de projetos e estratégias para quatro temas fundamentais: saúde e ciências da vida, clima e biodiversidade, agricultura sustentável e energia.
Uma das iniciativas é uma parceria firmada com o CNPq para o desenvolvimento de um programa que oferecerá dez bolsas para cientistas brasileiros, que poderão trabalhar e desenvolver projetos em centros de Pesquisa e Desenvolvimento da AstraZeneca nos EUA e Reino Unido por um período de dois anos.
A outra ação será realizada com a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, que visa estabelecer centros científicos para colaboração em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de medicamentos, educação e tecnologia, como foco para mercados internacionais. Na área de P&D, as atividades incluem um programa específico focado em doenças cardiovasculares, renais e metabólicas.
A parceria faz parte do programa iDream Hubs, projeto internacional da AstraZeneca para criação de centros de excelência em colaboração com instituições externas com foco em pesquisa e desenvolvimento, educação e tecnologia. "Em esfera global, o projeto visa parcerias com startups, grupos de pesquisa e colaboração com empresas, universidades e outros grupos para identificar e desenvolver produtos e soluções específicas para cada região", explica Fraser Hall, presidente da AstraZeneca Brasil.
Além das parcerias de colaboração bilateral no campo científico, o Ano Brasil-Reino Unido de Ciência e Inovação 2018/2019 prevê uma variedade de eventos nos dois países, com destaque para workshops científicos, seminários de inovação e palestras que serão realizadas no Brasil com cientistas britânicos de alto nível.
Sobre o Ano Brasil-Reino Unido de Ciência e Inovação
O Ano Brasil-Reino Unido de Ciência e Inovação 2018-2019 é uma iniciativa conjunta liderada pelos governos do Brasil e do Reino Unido. O Ano foi primeiramente acordado entre o Secretário de Estado do Reino Unido para os Assuntos Externos, Boris Johnson, e o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes, em agosto de 2017 em Londres. O Ano Brasil-Reino Unido de Ciência e Inovação foi anunciado em 27 de fevereiro de 2018 no Museu do Amanhã no Rio de Janeiro, durante a visita do Navio Real Britânico de Pesquisa James Cook. Um mês depois, em 27 de março de 2018, em Brasília, o Ano Brasil-Reino Unido de Ciência e Inovação foi oficialmente lançado, em cerimônia no Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC). O Ano Brasil-Reino Unido de Ciência e Inovação é uma plataforma que promoverá oportunidades para que cientistas, empreendedores e empresas britânicas e brasileiras celebrem o que a pesquisa conjunta já alcançou, e pensem em como trabalhar juntos frente aos futuros desafios globais.
Sobre a AstraZeneca
A AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica global, voltada para inovação, com foco principal na descoberta, desenvolvimento e na comercialização de medicamentos de prescrição, principalmente para o tratamento de doenças em três principais linhas terapêuticas - Oncologia, Doenças Cardiovasculares, Renais & Metabólicas e Respiratório. A companhia também atua nas áreas de autoimunidade, neurociência e infecção. A AstraZeneca opera em mais de 100 países e seus medicamentos inovadores são usados por milhões de pacientes em todo o mundo. Para mais informações acesse: www.astrazeneca.com.br
Sobre o CNPq
Vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) é a maior agência pública de fomento à pesquisa científica, tecnológica e de inovação, além de atuar na formulação de políticas públicas para o setor. Criado em 1951, o CNPq concede, anualmente, cerca de 80 mil bolsas de pesquisa no país e no exterior, contribuindo para o reconhecimento das instituições de pesquisa e pesquisadores brasileiros pela comunidade científica internacional e para o avanço das fronteiras do conhecimento, o desenvolvimento sustentável e a soberania nacional. Saiba mais em www.cnpq.br
Sobre a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein
A Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (SBIBAE) é uma sociedade civil sem fins lucrativos. Tem mais de 60 anos de história e atua nas áreas de assistência à saúde, educação e ensino, pesquisa e inovação e responsabilidade social. Conta com uma equipe de 13,2 mil colaboradores, 9.415 médicos e está sediada em São Paulo. A SBIBAE possui o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) e é qualificada como Organização Social da Saúde para atuar na prestação de serviços no Sistema Único de Saúde (SUS). Seu compromisso com o desenvolvimento amplo da assistência à saúde se traduz na busca de oportunidades de melhoria e na construção de novos modelos de trabalho ajustados aos desafios do setor. O Einstein integra fóruns nacionais e internacionais de discussão e participa ativamente de iniciativas conjuntas com o poder público, órgãos reguladores, hospitais, operadoras de planos de saúde e entidades setoriais.
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Ter, 10 Jul 2018 16:38:00 -0300
CNPq e IEL lançam o Programa Inova Global
Chamamento público no âmbito do Programa Inova Global foi publicado nesta terça-feira, 10, para selecionar projetos de PD&I que visem ao aumento da competitividade das empresas e ao desenvolvimento científico e tecnológico no País, por meio do intercâmbio de profissionais e pesquisadores, mediante a concessão de bolsas de formação e capacitação no Brasil e no exterior, em instituições científicas, tecnológicas e de Inovação (ICT) e centros de P&D públicos ou privados.
O Programa é uma parceria do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientíifco e Tecnológico (CNPq) com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), e a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI). No âmbito do Programa, serão oferecidas bolsas nas seguintes modalidades, considerando as características do projeto aprovado:
a) no Brasil: Atração de Jovens Talentos - BJT e Pesquisador Visitante Especial - PVE e
b) no exterior: Desenvolvimento Tecnológico e Inovação no Exterior Junior - DEJ, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação no Exterior Sênior - DES, Doutorado Sanduíche - SWE e Pós-Doutorado - PDE.O formulário para início da submissão das propostas estará disponível a partir do dia 24/07/2018 e a data final para submissão das propostas é 30/08/2021. Veja, aqui, o chamamento na íntegra.
Saiba mais sobre o programa: http://www.portaldaindustria.com.br/iel/canais/inova-global/
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Sex, 06 Jul 2018 10:23:00 -0300
CNPq e Planejamento lançam Banco de Talentos
Para os gestores públicos, a solução digital permitirá a visualização das competências existentes em sua equipe, permitindo ao governo federal uma visão integrada de sua força de trabalho
O Sigepe Banco de Talentos é uma solução tecnológica para a divulgação de conhecimentos, habilidades e experiências dos servidores. O principal objetivo do aplicativo, uma parceria do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP) com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), é identificar e avaliar o potencial dos servidores federais, assim como tornar mais transparente os processos internos de seleção de servidores.
Além disso, os órgãos e entidades poderão utilizar as informações divulgadas no Banco de Talentos para identificar e promover ações de desenvolvimento. Com isso, a ferramenta digital vai colaborar para a gestão de talentos no âmbito da Administração Pública Federal (APF), qualificando, assim, o serviço público federal.
Para os gestores públicos, a solução digital permitirá a visualização das competências existentes em sua equipe, permitindo ao governo federal uma visão integrada de sua força de trabalho.Outros benefícios da solução são:
- alocação adequada de servidores na formação de equipes de trabalho;
- identificação de lacunas de competências como norteador para ações de desenvolvimento;
- identificação de potenciais gestores.
Funcionalidades
Na versão atual, o servidor poderá incluir seus dados pessoais, formação, atuação profissional, talentos e ainda uma carta de apresentação. Uma funcionalidade de pesquisa será incluída na próxima atualização do aplicativo, que está prevista ainda para 2018. Assim, será possível encontrar currículos e selecionar perfis a partir do Sigepe Banco de Talentos.
Resultados esperados
Com a implementação do Sigepe Banco de Talentos, os seguintes resultados são esperados:- visão integrada da capacidade da força de trabalho da APF;
- disponibilidade de uma ferramenta padronizada para a gestão eficaz de talentos de toda a APF;
- otimização de recursos, considerando a oferta de uma solução unificada de gestão de talentos que possa ser utilizada por todos os órgãos;
- otimização da busca de perfis profissionais;
- otimização dos processos de recrutamento e de seleção de pessoal;
- motivação dos servidores públicos federais na busca por meios de desenvolvimento de suas competências.Dúvidas
Em caso de dúvidas sobre a utilização do Sigepe Banco de Talentos, ligue para a Central Sipec (0800-978-9009). Se preferir, você poderá encaminhar sua dúvida por meio do formulário eletrônico de contato disponível na Central Sipec.